Perguntas Básicas Sobre a Covid-19
A COVID-19 transmite-se por contacto próximo com pessoas infetadas pelo vírus, ou superfícies e objetos contaminados.
Esta doença transmite-se através de gotículas libertadas pelo nariz ou boca quando tossimos ou espirramos, que podem atingir diretamente a boca, nariz e olhos de quem estiver próximo.
As gotículas podem depositar-se nos objetos ou superfícies que rodeiam a pessoa infetada. Por sua vez, outras pessoas podem infetar-se ao tocar nestes objetos ou superfícies e depois tocar nos olhos, nariz ou boca com as mãos.
Category:
Transmissao
Quando é feito o diagnóstico de COVID-19 a uma pessoa, as autoridades de saúde fazem um inquérito epidemiológico para, entre outras informações, perceberem qual a fonte da infeção. Quando não se consegue identificar essa fonte, ou seja, quem transmitiu o vírus, diz-se que estamos perante uma área de transmissão comunitária.
Category:
Transmissao
Estima-se que o período de incubação da doença (tempo decorrido desde a exposição ao vírus até ao aparecimento de sintomas) seja entre 2 e 14 dias. A transmissão por pessoas assintomáticas (sem sintomas) ainda está a ser investigada.
Category:
Transmissao
Os seguintes casos podem ser considerados como contactos próximos:
• Pessoa com exposição associada a cuidados de saúde, nomeadamente a prestação de cuidados diretos a doente com COVID-19 ou o contacto em ambiente laboratorial com amostras de COVID-19;
• Contacto em proximidade ou em ambiente fechado com um doente com COVID-19 (ex: sala de aula);
• Pessoas que viagem com doente com COVID-19, como por exemplo:
- companheiros de viagem num avião: as pessoas que estão dois lugares à esquerda ou à direita do doente, 2 lugares nas duas filas consecutivas à frente do doente e dois lugares nas duas filas consecutivas atrás do doente e tripulantes de bordo que serviram a secção do doente;
- companheiros de viagem num navio: pessoas que partilharam a mesma cabine e tripulantes de bordo que serviram a cabine do doente.
- Ou outros meios de transporte (autocarros, comboios…)
A Autoridade de Saúde pode considerar como contato próximo outros indivíduos não definidos nos pontos anteriores (a avaliação é feita caso a caso).
Category:
Transmissao
Não. De acordo com informação da Organização Mundial da Saúde (OMS), não há evidência de que os animais domésticos, tais como cães e gatos, tenham sido infetados e que, consequentemente, possam transmitir o COVID-19.
Category:
Transmissao
Os coronavírus transmitem-se, geralmente, de pessoa para pessoa através de gotículas respiratórias. De acordo com a European Food Safety Authority (EFSA) “as experiências dos surtos anteriores com coronavírus, nomeadamente com o coronavírus SARS-CoV e com o coronavírus MERS-CoV, mostram que a sua transmissão não ocorreu através do consumo alimentar”.
Atualmente, não há evidência que suporte a transmissão do COVID-19 pelos alimentos.
Porém, aplicando o princípio da precaução, a manutenção e o reforço das boas práticas de higiene e segurança alimentar durante a manipulação, preparação e coinfecção dos alimentos é recomendada.
Assumindo o princípio da precaução, a OMS publicou no seu site algumas recomendações relativas às boas práticas de higiene e segurança alimentar e, a nível nacional, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), publicou o comunicado – Pode o novo tipo de coronavírus ser transmissível através da Comida?
Destas orientações relativas à preparação, confeção e consumo de alimentos, destaca-se o reforço das seguintes boas práticas de higiene:
- Lavagem frequente e prolongada das mãos (com água e sabão durante 20 segundos), seguida de secagem apropriada evitando a contaminação cruzada (por exemplo fechar a torneira com uma toalha de papel ao invés da mão que a abriu enquanto suja)
- Desinfeção apropriada das bancadas de trabalho e das mesas com produtos apropriados
- Evitar a contaminação entre comida crua e cozinhada
- Cozinhar e “empratar” a comida a temperaturas apropriadas e lavar adequadamente os alimentos crus
- Evitar partilhar comida ou objetos entre pessoas durante a sua preparação, confeção e consumo
A ASAE irá continuar a acompanhar esta situação de forma contínua e sempre que se justifique emitirá novos comunicados ou documentos técnicos.
Category:
Transmissao
Ainda não é conhecido se o clima ou a temperatura afetam a propagação do COVID-19. Outros vírus, por exemplo os que causam gripe, têm uma maior propagação durante os meses mais frios. Contudo, isso não significa que não se fique doente devido a estes vírus durante os restantes meses.
De momento, não há evidência de que a propagação do COVID-19 irá diminuir quando o clima ficar mais quente. Ainda há muito para aprender sobre o modo de transmissão, a gravidade e outras informações relacionadas com o COVID-19, e há investigações em curso.
Category:
Transmissao
O risco de contrair COVID-19 a partir de alguém sem sintomas é muito baixo. No entanto, muitas pessoas infetadas apresentam apenas sintomas ligeiros, sobretudo na fase inicial da doença. Portanto, é possível contrair o vírus de alguém que tenha apenas uma tosse ligeira, por exemplo, e não se sinta doente.As crianças podem transmitir a infeção e doença por COVID-19?
Sim, as crianças infetadas com SARS-CoV-2 ou que estejam em fase de incubação também transmitem a doença. Pela acentuada proximidade entre as crianças, o contacto muito próximo durante a brincadeira e partilha de brinquedos com gotículas e secreções, podem ser um grande transmissor da COVID-19. Como as crianças mais pequenas são vulneráveis e não têm ainda a capacidade de se defenderem e de tomarem decisões sobre a sua própria proteção, os adultos devem assegurar os cuidados necessários para diminuir a probabilidade de transmissão.
Category:
Transmissao
Não se sabe ao certo quanto tempo o vírus que causa a COVID-19 sobrevive nas superfícies, mas parece comportar-se como outros coronavírus. Os estudos sugerem que os coronavírus (incluindo informação preliminar sobre o vírus da COVID-19) podem persistir em superfícies de algumas horas a vários dias. Isto pode variar dependendo das condições, como por exemplo o tipo de superfície, a temperatura ou humidade do ambiente.
Na nossa própria casa ou em espaços públicos, a frequência de limpeza deve ser aumentada, precisamente para que não haja acumulação de vírus nas superfícies. Deve utilizar-se detergente e desinfetante comum de uso doméstico – é suficiente usar lixívia ou álcool.Podemos partilhar copos de bebida?
Não – não deve partilhar com outras pessoas, quaisquer objetos de uso pessoal, incluindo os copos de bebidas. A transmissão do vírus faz-se através das nossas mucosas (boca, olhos e nariz).
Category:
Transmissao
O contágio não é pelo ar, mas sim através de secreções respiratórias ou gotículas que são expelidas por uma pessoa infetada e/ou durante a realização de procedimentos médicos invasivos produtores de aerossóis. As gotículas que a pessoa expele podem entrar diretamente pela boca, olhos ou nariz e provocar infeção.
Cumprir o distanciamento social aconselhado pela Direção-Geral da Saúde ou ficar em casa são boas medidas para prevenir a infeção nesta fase.
As superfícies metálicas ou outras não transmitem diretamente o vírus. Só transmitem o vírus se se tocar com as mãos numa superfície suja ou com secreções respiratórias ou gotículas que contenham partículas virais e se levar, posteriormente, as mãos à boca, ao nariz ou aos olhos. Se as superfícies forem lavadas regularmente evita-se esse contágio.
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Transmissao
A COVID-19 transmite-se por contacto próximo com pessoas infetadas pelo vírus, ou superfícies e objetos contaminados.
Esta doença transmite-se através de gotículas libertadas pelo nariz ou boca quando tossimos ou espirramos, que podem atingir diretamente a boca, nariz e olhos de quem estiver próximo.
As gotículas podem depositar-se nos objetos ou superfícies que rodeiam a pessoa infetada. Por sua vez, outras pessoas podem infetar-se ao tocar nestes objetos ou superfícies e depois tocar nos olhos, nariz ou boca com as mãos.
Quando é feito o diagnóstico de COVID-19 a uma pessoa, as autoridades de saúde fazem um inquérito epidemiológico para, entre outras informações, perceberem qual a fonte da infeção. Quando não se consegue identificar essa fonte, ou seja, quem transmitiu o vírus, diz-se que estamos perante uma área de transmissão comunitária.
Estima-se que o período de incubação da doença (tempo decorrido desde a exposição ao vírus até ao aparecimento de sintomas) seja entre 2 e 14 dias. A transmissão por pessoas assintomáticas (sem sintomas) ainda está a ser investigada.
Os seguintes casos podem ser considerados como contactos próximos:
• Pessoa com exposição associada a cuidados de saúde, nomeadamente a prestação de cuidados diretos a doente com COVID-19 ou o contacto em ambiente laboratorial com amostras de COVID-19;
• Contacto em proximidade ou em ambiente fechado com um doente com COVID-19 (ex: sala de aula);
• Pessoas que viagem com doente com COVID-19, como por exemplo:
- companheiros de viagem num avião: as pessoas que estão dois lugares à esquerda ou à direita do doente, 2 lugares nas duas filas consecutivas à frente do doente e dois lugares nas duas filas consecutivas atrás do doente e tripulantes de bordo que serviram a secção do doente;
- companheiros de viagem num navio: pessoas que partilharam a mesma cabine e tripulantes de bordo que serviram a cabine do doente.
- Ou outros meios de transporte (autocarros, comboios…)
A Autoridade de Saúde pode considerar como contato próximo outros indivíduos não definidos nos pontos anteriores (a avaliação é feita caso a caso).
Não. De acordo com informação da Organização Mundial da Saúde (OMS), não há evidência de que os animais domésticos, tais como cães e gatos, tenham sido infetados e que, consequentemente, possam transmitir o COVID-19.
Os coronavírus transmitem-se, geralmente, de pessoa para pessoa através de gotículas respiratórias. De acordo com a European Food Safety Authority (EFSA) “as experiências dos surtos anteriores com coronavírus, nomeadamente com o coronavírus SARS-CoV e com o coronavírus MERS-CoV, mostram que a sua transmissão não ocorreu através do consumo alimentar”.
Atualmente, não há evidência que suporte a transmissão do COVID-19 pelos alimentos.
Porém, aplicando o princípio da precaução, a manutenção e o reforço das boas práticas de higiene e segurança alimentar durante a manipulação, preparação e coinfecção dos alimentos é recomendada.
Assumindo o princípio da precaução, a OMS publicou no seu site algumas recomendações relativas às boas práticas de higiene e segurança alimentar e, a nível nacional, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), publicou o comunicado – Pode o novo tipo de coronavírus ser transmissível através da Comida?
Destas orientações relativas à preparação, confeção e consumo de alimentos, destaca-se o reforço das seguintes boas práticas de higiene:
- Lavagem frequente e prolongada das mãos (com água e sabão durante 20 segundos), seguida de secagem apropriada evitando a contaminação cruzada (por exemplo fechar a torneira com uma toalha de papel ao invés da mão que a abriu enquanto suja)
- Desinfeção apropriada das bancadas de trabalho e das mesas com produtos apropriados
- Evitar a contaminação entre comida crua e cozinhada
- Cozinhar e “empratar” a comida a temperaturas apropriadas e lavar adequadamente os alimentos crus
- Evitar partilhar comida ou objetos entre pessoas durante a sua preparação, confeção e consumo
A ASAE irá continuar a acompanhar esta situação de forma contínua e sempre que se justifique emitirá novos comunicados ou documentos técnicos.
Ainda não é conhecido se o clima ou a temperatura afetam a propagação do COVID-19. Outros vírus, por exemplo os que causam gripe, têm uma maior propagação durante os meses mais frios. Contudo, isso não significa que não se fique doente devido a estes vírus durante os restantes meses.
De momento, não há evidência de que a propagação do COVID-19 irá diminuir quando o clima ficar mais quente. Ainda há muito para aprender sobre o modo de transmissão, a gravidade e outras informações relacionadas com o COVID-19, e há investigações em curso.
O risco de contrair COVID-19 a partir de alguém sem sintomas é muito baixo. No entanto, muitas pessoas infetadas apresentam apenas sintomas ligeiros, sobretudo na fase inicial da doença. Portanto, é possível contrair o vírus de alguém que tenha apenas uma tosse ligeira, por exemplo, e não se sinta doente.As crianças podem transmitir a infeção e doença por COVID-19?
Sim, as crianças infetadas com SARS-CoV-2 ou que estejam em fase de incubação também transmitem a doença. Pela acentuada proximidade entre as crianças, o contacto muito próximo durante a brincadeira e partilha de brinquedos com gotículas e secreções, podem ser um grande transmissor da COVID-19. Como as crianças mais pequenas são vulneráveis e não têm ainda a capacidade de se defenderem e de tomarem decisões sobre a sua própria proteção, os adultos devem assegurar os cuidados necessários para diminuir a probabilidade de transmissão.
Não se sabe ao certo quanto tempo o vírus que causa a COVID-19 sobrevive nas superfícies, mas parece comportar-se como outros coronavírus. Os estudos sugerem que os coronavírus (incluindo informação preliminar sobre o vírus da COVID-19) podem persistir em superfícies de algumas horas a vários dias. Isto pode variar dependendo das condições, como por exemplo o tipo de superfície, a temperatura ou humidade do ambiente.
Na nossa própria casa ou em espaços públicos, a frequência de limpeza deve ser aumentada, precisamente para que não haja acumulação de vírus nas superfícies. Deve utilizar-se detergente e desinfetante comum de uso doméstico – é suficiente usar lixívia ou álcool.Podemos partilhar copos de bebida?
Não – não deve partilhar com outras pessoas, quaisquer objetos de uso pessoal, incluindo os copos de bebidas. A transmissão do vírus faz-se através das nossas mucosas (boca, olhos e nariz).
O contágio não é pelo ar, mas sim através de secreções respiratórias ou gotículas que são expelidas por uma pessoa infetada e/ou durante a realização de procedimentos médicos invasivos produtores de aerossóis. As gotículas que a pessoa expele podem entrar diretamente pela boca, olhos ou nariz e provocar infeção.
Cumprir o distanciamento social aconselhado pela Direção-Geral da Saúde ou ficar em casa são boas medidas para prevenir a infeção nesta fase.
As superfícies metálicas ou outras não transmitem diretamente o vírus. Só transmitem o vírus se se tocar com as mãos numa superfície suja ou com secreções respiratórias ou gotículas que contenham partículas virais e se levar, posteriormente, as mãos à boca, ao nariz ou aos olhos. Se as superfícies forem lavadas regularmente evita-se esse contágio.
Transmissão da Doença
A COVID-19 transmite-se por contacto próximo com pessoas infetadas pelo vírus, ou superfícies e objetos contaminados.
Esta doença transmite-se através de gotículas libertadas pelo nariz ou boca quando tossimos ou espirramos, que podem atingir diretamente a boca, nariz e olhos de quem estiver próximo.
As gotículas podem depositar-se nos objetos ou superfícies que rodeiam a pessoa infetada. Por sua vez, outras pessoas podem infetar-se ao tocar nestes objetos ou superfícies e depois tocar nos olhos, nariz ou boca com as mãos.
Category:
Transmissao
Quando é feito o diagnóstico de COVID-19 a uma pessoa, as autoridades de saúde fazem um inquérito epidemiológico para, entre outras informações, perceberem qual a fonte da infeção. Quando não se consegue identificar essa fonte, ou seja, quem transmitiu o vírus, diz-se que estamos perante uma área de transmissão comunitária.
Category:
Transmissao
Estima-se que o período de incubação da doença (tempo decorrido desde a exposição ao vírus até ao aparecimento de sintomas) seja entre 2 e 14 dias. A transmissão por pessoas assintomáticas (sem sintomas) ainda está a ser investigada.
Category:
Transmissao
Os seguintes casos podem ser considerados como contactos próximos:
• Pessoa com exposição associada a cuidados de saúde, nomeadamente a prestação de cuidados diretos a doente com COVID-19 ou o contacto em ambiente laboratorial com amostras de COVID-19;
• Contacto em proximidade ou em ambiente fechado com um doente com COVID-19 (ex: sala de aula);
• Pessoas que viagem com doente com COVID-19, como por exemplo:
- companheiros de viagem num avião: as pessoas que estão dois lugares à esquerda ou à direita do doente, 2 lugares nas duas filas consecutivas à frente do doente e dois lugares nas duas filas consecutivas atrás do doente e tripulantes de bordo que serviram a secção do doente;
- companheiros de viagem num navio: pessoas que partilharam a mesma cabine e tripulantes de bordo que serviram a cabine do doente.
- Ou outros meios de transporte (autocarros, comboios…)
A Autoridade de Saúde pode considerar como contato próximo outros indivíduos não definidos nos pontos anteriores (a avaliação é feita caso a caso).
Category:
Transmissao
Não. De acordo com informação da Organização Mundial da Saúde (OMS), não há evidência de que os animais domésticos, tais como cães e gatos, tenham sido infetados e que, consequentemente, possam transmitir o COVID-19.
Category:
Transmissao
Os coronavírus transmitem-se, geralmente, de pessoa para pessoa através de gotículas respiratórias. De acordo com a European Food Safety Authority (EFSA) “as experiências dos surtos anteriores com coronavírus, nomeadamente com o coronavírus SARS-CoV e com o coronavírus MERS-CoV, mostram que a sua transmissão não ocorreu através do consumo alimentar”.
Atualmente, não há evidência que suporte a transmissão do COVID-19 pelos alimentos.
Porém, aplicando o princípio da precaução, a manutenção e o reforço das boas práticas de higiene e segurança alimentar durante a manipulação, preparação e coinfecção dos alimentos é recomendada.
Assumindo o princípio da precaução, a OMS publicou no seu site algumas recomendações relativas às boas práticas de higiene e segurança alimentar e, a nível nacional, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), publicou o comunicado – Pode o novo tipo de coronavírus ser transmissível através da Comida?
Destas orientações relativas à preparação, confeção e consumo de alimentos, destaca-se o reforço das seguintes boas práticas de higiene:
- Lavagem frequente e prolongada das mãos (com água e sabão durante 20 segundos), seguida de secagem apropriada evitando a contaminação cruzada (por exemplo fechar a torneira com uma toalha de papel ao invés da mão que a abriu enquanto suja)
- Desinfeção apropriada das bancadas de trabalho e das mesas com produtos apropriados
- Evitar a contaminação entre comida crua e cozinhada
- Cozinhar e “empratar” a comida a temperaturas apropriadas e lavar adequadamente os alimentos crus
- Evitar partilhar comida ou objetos entre pessoas durante a sua preparação, confeção e consumo
A ASAE irá continuar a acompanhar esta situação de forma contínua e sempre que se justifique emitirá novos comunicados ou documentos técnicos.
Category:
Transmissao
Ainda não é conhecido se o clima ou a temperatura afetam a propagação do COVID-19. Outros vírus, por exemplo os que causam gripe, têm uma maior propagação durante os meses mais frios. Contudo, isso não significa que não se fique doente devido a estes vírus durante os restantes meses.
De momento, não há evidência de que a propagação do COVID-19 irá diminuir quando o clima ficar mais quente. Ainda há muito para aprender sobre o modo de transmissão, a gravidade e outras informações relacionadas com o COVID-19, e há investigações em curso.
Category:
Transmissao
O risco de contrair COVID-19 a partir de alguém sem sintomas é muito baixo. No entanto, muitas pessoas infetadas apresentam apenas sintomas ligeiros, sobretudo na fase inicial da doença. Portanto, é possível contrair o vírus de alguém que tenha apenas uma tosse ligeira, por exemplo, e não se sinta doente.As crianças podem transmitir a infeção e doença por COVID-19?
Sim, as crianças infetadas com SARS-CoV-2 ou que estejam em fase de incubação também transmitem a doença. Pela acentuada proximidade entre as crianças, o contacto muito próximo durante a brincadeira e partilha de brinquedos com gotículas e secreções, podem ser um grande transmissor da COVID-19. Como as crianças mais pequenas são vulneráveis e não têm ainda a capacidade de se defenderem e de tomarem decisões sobre a sua própria proteção, os adultos devem assegurar os cuidados necessários para diminuir a probabilidade de transmissão.
Category:
Transmissao
Não se sabe ao certo quanto tempo o vírus que causa a COVID-19 sobrevive nas superfícies, mas parece comportar-se como outros coronavírus. Os estudos sugerem que os coronavírus (incluindo informação preliminar sobre o vírus da COVID-19) podem persistir em superfícies de algumas horas a vários dias. Isto pode variar dependendo das condições, como por exemplo o tipo de superfície, a temperatura ou humidade do ambiente.
Na nossa própria casa ou em espaços públicos, a frequência de limpeza deve ser aumentada, precisamente para que não haja acumulação de vírus nas superfícies. Deve utilizar-se detergente e desinfetante comum de uso doméstico – é suficiente usar lixívia ou álcool.Podemos partilhar copos de bebida?
Não – não deve partilhar com outras pessoas, quaisquer objetos de uso pessoal, incluindo os copos de bebidas. A transmissão do vírus faz-se através das nossas mucosas (boca, olhos e nariz).
Category:
Transmissao
O contágio não é pelo ar, mas sim através de secreções respiratórias ou gotículas que são expelidas por uma pessoa infetada e/ou durante a realização de procedimentos médicos invasivos produtores de aerossóis. As gotículas que a pessoa expele podem entrar diretamente pela boca, olhos ou nariz e provocar infeção.
Cumprir o distanciamento social aconselhado pela Direção-Geral da Saúde ou ficar em casa são boas medidas para prevenir a infeção nesta fase.
As superfícies metálicas ou outras não transmitem diretamente o vírus. Só transmitem o vírus se se tocar com as mãos numa superfície suja ou com secreções respiratórias ou gotículas que contenham partículas virais e se levar, posteriormente, as mãos à boca, ao nariz ou aos olhos. Se as superfícies forem lavadas regularmente evita-se esse contágio.
Category:
Transmissao
A COVID-19 transmite-se por contacto próximo com pessoas infetadas pelo vírus, ou superfícies e objetos contaminados.
Esta doença transmite-se através de gotículas libertadas pelo nariz ou boca quando tossimos ou espirramos, que podem atingir diretamente a boca, nariz e olhos de quem estiver próximo.
As gotículas podem depositar-se nos objetos ou superfícies que rodeiam a pessoa infetada. Por sua vez, outras pessoas podem infetar-se ao tocar nestes objetos ou superfícies e depois tocar nos olhos, nariz ou boca com as mãos.
Quando é feito o diagnóstico de COVID-19 a uma pessoa, as autoridades de saúde fazem um inquérito epidemiológico para, entre outras informações, perceberem qual a fonte da infeção. Quando não se consegue identificar essa fonte, ou seja, quem transmitiu o vírus, diz-se que estamos perante uma área de transmissão comunitária.
Estima-se que o período de incubação da doença (tempo decorrido desde a exposição ao vírus até ao aparecimento de sintomas) seja entre 2 e 14 dias. A transmissão por pessoas assintomáticas (sem sintomas) ainda está a ser investigada.
Os seguintes casos podem ser considerados como contactos próximos:
• Pessoa com exposição associada a cuidados de saúde, nomeadamente a prestação de cuidados diretos a doente com COVID-19 ou o contacto em ambiente laboratorial com amostras de COVID-19;
• Contacto em proximidade ou em ambiente fechado com um doente com COVID-19 (ex: sala de aula);
• Pessoas que viagem com doente com COVID-19, como por exemplo:
- companheiros de viagem num avião: as pessoas que estão dois lugares à esquerda ou à direita do doente, 2 lugares nas duas filas consecutivas à frente do doente e dois lugares nas duas filas consecutivas atrás do doente e tripulantes de bordo que serviram a secção do doente;
- companheiros de viagem num navio: pessoas que partilharam a mesma cabine e tripulantes de bordo que serviram a cabine do doente.
- Ou outros meios de transporte (autocarros, comboios…)
A Autoridade de Saúde pode considerar como contato próximo outros indivíduos não definidos nos pontos anteriores (a avaliação é feita caso a caso).
Não. De acordo com informação da Organização Mundial da Saúde (OMS), não há evidência de que os animais domésticos, tais como cães e gatos, tenham sido infetados e que, consequentemente, possam transmitir o COVID-19.
Os coronavírus transmitem-se, geralmente, de pessoa para pessoa através de gotículas respiratórias. De acordo com a European Food Safety Authority (EFSA) “as experiências dos surtos anteriores com coronavírus, nomeadamente com o coronavírus SARS-CoV e com o coronavírus MERS-CoV, mostram que a sua transmissão não ocorreu através do consumo alimentar”.
Atualmente, não há evidência que suporte a transmissão do COVID-19 pelos alimentos.
Porém, aplicando o princípio da precaução, a manutenção e o reforço das boas práticas de higiene e segurança alimentar durante a manipulação, preparação e coinfecção dos alimentos é recomendada.
Assumindo o princípio da precaução, a OMS publicou no seu site algumas recomendações relativas às boas práticas de higiene e segurança alimentar e, a nível nacional, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), publicou o comunicado – Pode o novo tipo de coronavírus ser transmissível através da Comida?
Destas orientações relativas à preparação, confeção e consumo de alimentos, destaca-se o reforço das seguintes boas práticas de higiene:
- Lavagem frequente e prolongada das mãos (com água e sabão durante 20 segundos), seguida de secagem apropriada evitando a contaminação cruzada (por exemplo fechar a torneira com uma toalha de papel ao invés da mão que a abriu enquanto suja)
- Desinfeção apropriada das bancadas de trabalho e das mesas com produtos apropriados
- Evitar a contaminação entre comida crua e cozinhada
- Cozinhar e “empratar” a comida a temperaturas apropriadas e lavar adequadamente os alimentos crus
- Evitar partilhar comida ou objetos entre pessoas durante a sua preparação, confeção e consumo
A ASAE irá continuar a acompanhar esta situação de forma contínua e sempre que se justifique emitirá novos comunicados ou documentos técnicos.
Ainda não é conhecido se o clima ou a temperatura afetam a propagação do COVID-19. Outros vírus, por exemplo os que causam gripe, têm uma maior propagação durante os meses mais frios. Contudo, isso não significa que não se fique doente devido a estes vírus durante os restantes meses.
De momento, não há evidência de que a propagação do COVID-19 irá diminuir quando o clima ficar mais quente. Ainda há muito para aprender sobre o modo de transmissão, a gravidade e outras informações relacionadas com o COVID-19, e há investigações em curso.
O risco de contrair COVID-19 a partir de alguém sem sintomas é muito baixo. No entanto, muitas pessoas infetadas apresentam apenas sintomas ligeiros, sobretudo na fase inicial da doença. Portanto, é possível contrair o vírus de alguém que tenha apenas uma tosse ligeira, por exemplo, e não se sinta doente.As crianças podem transmitir a infeção e doença por COVID-19?
Sim, as crianças infetadas com SARS-CoV-2 ou que estejam em fase de incubação também transmitem a doença. Pela acentuada proximidade entre as crianças, o contacto muito próximo durante a brincadeira e partilha de brinquedos com gotículas e secreções, podem ser um grande transmissor da COVID-19. Como as crianças mais pequenas são vulneráveis e não têm ainda a capacidade de se defenderem e de tomarem decisões sobre a sua própria proteção, os adultos devem assegurar os cuidados necessários para diminuir a probabilidade de transmissão.
Não se sabe ao certo quanto tempo o vírus que causa a COVID-19 sobrevive nas superfícies, mas parece comportar-se como outros coronavírus. Os estudos sugerem que os coronavírus (incluindo informação preliminar sobre o vírus da COVID-19) podem persistir em superfícies de algumas horas a vários dias. Isto pode variar dependendo das condições, como por exemplo o tipo de superfície, a temperatura ou humidade do ambiente.
Na nossa própria casa ou em espaços públicos, a frequência de limpeza deve ser aumentada, precisamente para que não haja acumulação de vírus nas superfícies. Deve utilizar-se detergente e desinfetante comum de uso doméstico – é suficiente usar lixívia ou álcool.Podemos partilhar copos de bebida?
Não – não deve partilhar com outras pessoas, quaisquer objetos de uso pessoal, incluindo os copos de bebidas. A transmissão do vírus faz-se através das nossas mucosas (boca, olhos e nariz).
O contágio não é pelo ar, mas sim através de secreções respiratórias ou gotículas que são expelidas por uma pessoa infetada e/ou durante a realização de procedimentos médicos invasivos produtores de aerossóis. As gotículas que a pessoa expele podem entrar diretamente pela boca, olhos ou nariz e provocar infeção.
Cumprir o distanciamento social aconselhado pela Direção-Geral da Saúde ou ficar em casa são boas medidas para prevenir a infeção nesta fase.
As superfícies metálicas ou outras não transmitem diretamente o vírus. Só transmitem o vírus se se tocar com as mãos numa superfície suja ou com secreções respiratórias ou gotículas que contenham partículas virais e se levar, posteriormente, as mãos à boca, ao nariz ou aos olhos. Se as superfícies forem lavadas regularmente evita-se esse contágio.
Testes e Tratamentos
A COVID-19 transmite-se por contacto próximo com pessoas infetadas pelo vírus, ou superfícies e objetos contaminados.
Esta doença transmite-se através de gotículas libertadas pelo nariz ou boca quando tossimos ou espirramos, que podem atingir diretamente a boca, nariz e olhos de quem estiver próximo.
As gotículas podem depositar-se nos objetos ou superfícies que rodeiam a pessoa infetada. Por sua vez, outras pessoas podem infetar-se ao tocar nestes objetos ou superfícies e depois tocar nos olhos, nariz ou boca com as mãos.
Category:
Transmissao
Quando é feito o diagnóstico de COVID-19 a uma pessoa, as autoridades de saúde fazem um inquérito epidemiológico para, entre outras informações, perceberem qual a fonte da infeção. Quando não se consegue identificar essa fonte, ou seja, quem transmitiu o vírus, diz-se que estamos perante uma área de transmissão comunitária.
Category:
Transmissao
Estima-se que o período de incubação da doença (tempo decorrido desde a exposição ao vírus até ao aparecimento de sintomas) seja entre 2 e 14 dias. A transmissão por pessoas assintomáticas (sem sintomas) ainda está a ser investigada.
Category:
Transmissao
Os seguintes casos podem ser considerados como contactos próximos:
• Pessoa com exposição associada a cuidados de saúde, nomeadamente a prestação de cuidados diretos a doente com COVID-19 ou o contacto em ambiente laboratorial com amostras de COVID-19;
• Contacto em proximidade ou em ambiente fechado com um doente com COVID-19 (ex: sala de aula);
• Pessoas que viagem com doente com COVID-19, como por exemplo:
- companheiros de viagem num avião: as pessoas que estão dois lugares à esquerda ou à direita do doente, 2 lugares nas duas filas consecutivas à frente do doente e dois lugares nas duas filas consecutivas atrás do doente e tripulantes de bordo que serviram a secção do doente;
- companheiros de viagem num navio: pessoas que partilharam a mesma cabine e tripulantes de bordo que serviram a cabine do doente.
- Ou outros meios de transporte (autocarros, comboios…)
A Autoridade de Saúde pode considerar como contato próximo outros indivíduos não definidos nos pontos anteriores (a avaliação é feita caso a caso).
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Não. De acordo com informação da Organização Mundial da Saúde (OMS), não há evidência de que os animais domésticos, tais como cães e gatos, tenham sido infetados e que, consequentemente, possam transmitir o COVID-19.
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Os coronavírus transmitem-se, geralmente, de pessoa para pessoa através de gotículas respiratórias. De acordo com a European Food Safety Authority (EFSA) “as experiências dos surtos anteriores com coronavírus, nomeadamente com o coronavírus SARS-CoV e com o coronavírus MERS-CoV, mostram que a sua transmissão não ocorreu através do consumo alimentar”.
Atualmente, não há evidência que suporte a transmissão do COVID-19 pelos alimentos.
Porém, aplicando o princípio da precaução, a manutenção e o reforço das boas práticas de higiene e segurança alimentar durante a manipulação, preparação e coinfecção dos alimentos é recomendada.
Assumindo o princípio da precaução, a OMS publicou no seu site algumas recomendações relativas às boas práticas de higiene e segurança alimentar e, a nível nacional, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), publicou o comunicado – Pode o novo tipo de coronavírus ser transmissível através da Comida?
Destas orientações relativas à preparação, confeção e consumo de alimentos, destaca-se o reforço das seguintes boas práticas de higiene:
- Lavagem frequente e prolongada das mãos (com água e sabão durante 20 segundos), seguida de secagem apropriada evitando a contaminação cruzada (por exemplo fechar a torneira com uma toalha de papel ao invés da mão que a abriu enquanto suja)
- Desinfeção apropriada das bancadas de trabalho e das mesas com produtos apropriados
- Evitar a contaminação entre comida crua e cozinhada
- Cozinhar e “empratar” a comida a temperaturas apropriadas e lavar adequadamente os alimentos crus
- Evitar partilhar comida ou objetos entre pessoas durante a sua preparação, confeção e consumo
A ASAE irá continuar a acompanhar esta situação de forma contínua e sempre que se justifique emitirá novos comunicados ou documentos técnicos.
Category:
Transmissao
Ainda não é conhecido se o clima ou a temperatura afetam a propagação do COVID-19. Outros vírus, por exemplo os que causam gripe, têm uma maior propagação durante os meses mais frios. Contudo, isso não significa que não se fique doente devido a estes vírus durante os restantes meses.
De momento, não há evidência de que a propagação do COVID-19 irá diminuir quando o clima ficar mais quente. Ainda há muito para aprender sobre o modo de transmissão, a gravidade e outras informações relacionadas com o COVID-19, e há investigações em curso.
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O risco de contrair COVID-19 a partir de alguém sem sintomas é muito baixo. No entanto, muitas pessoas infetadas apresentam apenas sintomas ligeiros, sobretudo na fase inicial da doença. Portanto, é possível contrair o vírus de alguém que tenha apenas uma tosse ligeira, por exemplo, e não se sinta doente.As crianças podem transmitir a infeção e doença por COVID-19?
Sim, as crianças infetadas com SARS-CoV-2 ou que estejam em fase de incubação também transmitem a doença. Pela acentuada proximidade entre as crianças, o contacto muito próximo durante a brincadeira e partilha de brinquedos com gotículas e secreções, podem ser um grande transmissor da COVID-19. Como as crianças mais pequenas são vulneráveis e não têm ainda a capacidade de se defenderem e de tomarem decisões sobre a sua própria proteção, os adultos devem assegurar os cuidados necessários para diminuir a probabilidade de transmissão.
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Não se sabe ao certo quanto tempo o vírus que causa a COVID-19 sobrevive nas superfícies, mas parece comportar-se como outros coronavírus. Os estudos sugerem que os coronavírus (incluindo informação preliminar sobre o vírus da COVID-19) podem persistir em superfícies de algumas horas a vários dias. Isto pode variar dependendo das condições, como por exemplo o tipo de superfície, a temperatura ou humidade do ambiente.
Na nossa própria casa ou em espaços públicos, a frequência de limpeza deve ser aumentada, precisamente para que não haja acumulação de vírus nas superfícies. Deve utilizar-se detergente e desinfetante comum de uso doméstico – é suficiente usar lixívia ou álcool.Podemos partilhar copos de bebida?
Não – não deve partilhar com outras pessoas, quaisquer objetos de uso pessoal, incluindo os copos de bebidas. A transmissão do vírus faz-se através das nossas mucosas (boca, olhos e nariz).
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O contágio não é pelo ar, mas sim através de secreções respiratórias ou gotículas que são expelidas por uma pessoa infetada e/ou durante a realização de procedimentos médicos invasivos produtores de aerossóis. As gotículas que a pessoa expele podem entrar diretamente pela boca, olhos ou nariz e provocar infeção.
Cumprir o distanciamento social aconselhado pela Direção-Geral da Saúde ou ficar em casa são boas medidas para prevenir a infeção nesta fase.
As superfícies metálicas ou outras não transmitem diretamente o vírus. Só transmitem o vírus se se tocar com as mãos numa superfície suja ou com secreções respiratórias ou gotículas que contenham partículas virais e se levar, posteriormente, as mãos à boca, ao nariz ou aos olhos. Se as superfícies forem lavadas regularmente evita-se esse contágio.
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A COVID-19 transmite-se por contacto próximo com pessoas infetadas pelo vírus, ou superfícies e objetos contaminados.
Esta doença transmite-se através de gotículas libertadas pelo nariz ou boca quando tossimos ou espirramos, que podem atingir diretamente a boca, nariz e olhos de quem estiver próximo.
As gotículas podem depositar-se nos objetos ou superfícies que rodeiam a pessoa infetada. Por sua vez, outras pessoas podem infetar-se ao tocar nestes objetos ou superfícies e depois tocar nos olhos, nariz ou boca com as mãos.
Quando é feito o diagnóstico de COVID-19 a uma pessoa, as autoridades de saúde fazem um inquérito epidemiológico para, entre outras informações, perceberem qual a fonte da infeção. Quando não se consegue identificar essa fonte, ou seja, quem transmitiu o vírus, diz-se que estamos perante uma área de transmissão comunitária.
Estima-se que o período de incubação da doença (tempo decorrido desde a exposição ao vírus até ao aparecimento de sintomas) seja entre 2 e 14 dias. A transmissão por pessoas assintomáticas (sem sintomas) ainda está a ser investigada.
Os seguintes casos podem ser considerados como contactos próximos:
• Pessoa com exposição associada a cuidados de saúde, nomeadamente a prestação de cuidados diretos a doente com COVID-19 ou o contacto em ambiente laboratorial com amostras de COVID-19;
• Contacto em proximidade ou em ambiente fechado com um doente com COVID-19 (ex: sala de aula);
• Pessoas que viagem com doente com COVID-19, como por exemplo:
- companheiros de viagem num avião: as pessoas que estão dois lugares à esquerda ou à direita do doente, 2 lugares nas duas filas consecutivas à frente do doente e dois lugares nas duas filas consecutivas atrás do doente e tripulantes de bordo que serviram a secção do doente;
- companheiros de viagem num navio: pessoas que partilharam a mesma cabine e tripulantes de bordo que serviram a cabine do doente.
- Ou outros meios de transporte (autocarros, comboios…)
A Autoridade de Saúde pode considerar como contato próximo outros indivíduos não definidos nos pontos anteriores (a avaliação é feita caso a caso).
Não. De acordo com informação da Organização Mundial da Saúde (OMS), não há evidência de que os animais domésticos, tais como cães e gatos, tenham sido infetados e que, consequentemente, possam transmitir o COVID-19.
Os coronavírus transmitem-se, geralmente, de pessoa para pessoa através de gotículas respiratórias. De acordo com a European Food Safety Authority (EFSA) “as experiências dos surtos anteriores com coronavírus, nomeadamente com o coronavírus SARS-CoV e com o coronavírus MERS-CoV, mostram que a sua transmissão não ocorreu através do consumo alimentar”.
Atualmente, não há evidência que suporte a transmissão do COVID-19 pelos alimentos.
Porém, aplicando o princípio da precaução, a manutenção e o reforço das boas práticas de higiene e segurança alimentar durante a manipulação, preparação e coinfecção dos alimentos é recomendada.
Assumindo o princípio da precaução, a OMS publicou no seu site algumas recomendações relativas às boas práticas de higiene e segurança alimentar e, a nível nacional, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), publicou o comunicado – Pode o novo tipo de coronavírus ser transmissível através da Comida?
Destas orientações relativas à preparação, confeção e consumo de alimentos, destaca-se o reforço das seguintes boas práticas de higiene:
- Lavagem frequente e prolongada das mãos (com água e sabão durante 20 segundos), seguida de secagem apropriada evitando a contaminação cruzada (por exemplo fechar a torneira com uma toalha de papel ao invés da mão que a abriu enquanto suja)
- Desinfeção apropriada das bancadas de trabalho e das mesas com produtos apropriados
- Evitar a contaminação entre comida crua e cozinhada
- Cozinhar e “empratar” a comida a temperaturas apropriadas e lavar adequadamente os alimentos crus
- Evitar partilhar comida ou objetos entre pessoas durante a sua preparação, confeção e consumo
A ASAE irá continuar a acompanhar esta situação de forma contínua e sempre que se justifique emitirá novos comunicados ou documentos técnicos.
Ainda não é conhecido se o clima ou a temperatura afetam a propagação do COVID-19. Outros vírus, por exemplo os que causam gripe, têm uma maior propagação durante os meses mais frios. Contudo, isso não significa que não se fique doente devido a estes vírus durante os restantes meses.
De momento, não há evidência de que a propagação do COVID-19 irá diminuir quando o clima ficar mais quente. Ainda há muito para aprender sobre o modo de transmissão, a gravidade e outras informações relacionadas com o COVID-19, e há investigações em curso.
O risco de contrair COVID-19 a partir de alguém sem sintomas é muito baixo. No entanto, muitas pessoas infetadas apresentam apenas sintomas ligeiros, sobretudo na fase inicial da doença. Portanto, é possível contrair o vírus de alguém que tenha apenas uma tosse ligeira, por exemplo, e não se sinta doente.As crianças podem transmitir a infeção e doença por COVID-19?
Sim, as crianças infetadas com SARS-CoV-2 ou que estejam em fase de incubação também transmitem a doença. Pela acentuada proximidade entre as crianças, o contacto muito próximo durante a brincadeira e partilha de brinquedos com gotículas e secreções, podem ser um grande transmissor da COVID-19. Como as crianças mais pequenas são vulneráveis e não têm ainda a capacidade de se defenderem e de tomarem decisões sobre a sua própria proteção, os adultos devem assegurar os cuidados necessários para diminuir a probabilidade de transmissão.
Não se sabe ao certo quanto tempo o vírus que causa a COVID-19 sobrevive nas superfícies, mas parece comportar-se como outros coronavírus. Os estudos sugerem que os coronavírus (incluindo informação preliminar sobre o vírus da COVID-19) podem persistir em superfícies de algumas horas a vários dias. Isto pode variar dependendo das condições, como por exemplo o tipo de superfície, a temperatura ou humidade do ambiente.
Na nossa própria casa ou em espaços públicos, a frequência de limpeza deve ser aumentada, precisamente para que não haja acumulação de vírus nas superfícies. Deve utilizar-se detergente e desinfetante comum de uso doméstico – é suficiente usar lixívia ou álcool.Podemos partilhar copos de bebida?
Não – não deve partilhar com outras pessoas, quaisquer objetos de uso pessoal, incluindo os copos de bebidas. A transmissão do vírus faz-se através das nossas mucosas (boca, olhos e nariz).
O contágio não é pelo ar, mas sim através de secreções respiratórias ou gotículas que são expelidas por uma pessoa infetada e/ou durante a realização de procedimentos médicos invasivos produtores de aerossóis. As gotículas que a pessoa expele podem entrar diretamente pela boca, olhos ou nariz e provocar infeção.
Cumprir o distanciamento social aconselhado pela Direção-Geral da Saúde ou ficar em casa são boas medidas para prevenir a infeção nesta fase.
As superfícies metálicas ou outras não transmitem diretamente o vírus. Só transmitem o vírus se se tocar com as mãos numa superfície suja ou com secreções respiratórias ou gotículas que contenham partículas virais e se levar, posteriormente, as mãos à boca, ao nariz ou aos olhos. Se as superfícies forem lavadas regularmente evita-se esse contágio.
Medidas de Prevenção
A COVID-19 transmite-se por contacto próximo com pessoas infetadas pelo vírus, ou superfícies e objetos contaminados.
Esta doença transmite-se através de gotículas libertadas pelo nariz ou boca quando tossimos ou espirramos, que podem atingir diretamente a boca, nariz e olhos de quem estiver próximo.
As gotículas podem depositar-se nos objetos ou superfícies que rodeiam a pessoa infetada. Por sua vez, outras pessoas podem infetar-se ao tocar nestes objetos ou superfícies e depois tocar nos olhos, nariz ou boca com as mãos.
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Transmissao
Quando é feito o diagnóstico de COVID-19 a uma pessoa, as autoridades de saúde fazem um inquérito epidemiológico para, entre outras informações, perceberem qual a fonte da infeção. Quando não se consegue identificar essa fonte, ou seja, quem transmitiu o vírus, diz-se que estamos perante uma área de transmissão comunitária.
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Transmissao
Estima-se que o período de incubação da doença (tempo decorrido desde a exposição ao vírus até ao aparecimento de sintomas) seja entre 2 e 14 dias. A transmissão por pessoas assintomáticas (sem sintomas) ainda está a ser investigada.
Category:
Transmissao
Os seguintes casos podem ser considerados como contactos próximos:
• Pessoa com exposição associada a cuidados de saúde, nomeadamente a prestação de cuidados diretos a doente com COVID-19 ou o contacto em ambiente laboratorial com amostras de COVID-19;
• Contacto em proximidade ou em ambiente fechado com um doente com COVID-19 (ex: sala de aula);
• Pessoas que viagem com doente com COVID-19, como por exemplo:
- companheiros de viagem num avião: as pessoas que estão dois lugares à esquerda ou à direita do doente, 2 lugares nas duas filas consecutivas à frente do doente e dois lugares nas duas filas consecutivas atrás do doente e tripulantes de bordo que serviram a secção do doente;
- companheiros de viagem num navio: pessoas que partilharam a mesma cabine e tripulantes de bordo que serviram a cabine do doente.
- Ou outros meios de transporte (autocarros, comboios…)
A Autoridade de Saúde pode considerar como contato próximo outros indivíduos não definidos nos pontos anteriores (a avaliação é feita caso a caso).
Category:
Transmissao
Não. De acordo com informação da Organização Mundial da Saúde (OMS), não há evidência de que os animais domésticos, tais como cães e gatos, tenham sido infetados e que, consequentemente, possam transmitir o COVID-19.
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Transmissao
Os coronavírus transmitem-se, geralmente, de pessoa para pessoa através de gotículas respiratórias. De acordo com a European Food Safety Authority (EFSA) “as experiências dos surtos anteriores com coronavírus, nomeadamente com o coronavírus SARS-CoV e com o coronavírus MERS-CoV, mostram que a sua transmissão não ocorreu através do consumo alimentar”.
Atualmente, não há evidência que suporte a transmissão do COVID-19 pelos alimentos.
Porém, aplicando o princípio da precaução, a manutenção e o reforço das boas práticas de higiene e segurança alimentar durante a manipulação, preparação e coinfecção dos alimentos é recomendada.
Assumindo o princípio da precaução, a OMS publicou no seu site algumas recomendações relativas às boas práticas de higiene e segurança alimentar e, a nível nacional, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), publicou o comunicado – Pode o novo tipo de coronavírus ser transmissível através da Comida?
Destas orientações relativas à preparação, confeção e consumo de alimentos, destaca-se o reforço das seguintes boas práticas de higiene:
- Lavagem frequente e prolongada das mãos (com água e sabão durante 20 segundos), seguida de secagem apropriada evitando a contaminação cruzada (por exemplo fechar a torneira com uma toalha de papel ao invés da mão que a abriu enquanto suja)
- Desinfeção apropriada das bancadas de trabalho e das mesas com produtos apropriados
- Evitar a contaminação entre comida crua e cozinhada
- Cozinhar e “empratar” a comida a temperaturas apropriadas e lavar adequadamente os alimentos crus
- Evitar partilhar comida ou objetos entre pessoas durante a sua preparação, confeção e consumo
A ASAE irá continuar a acompanhar esta situação de forma contínua e sempre que se justifique emitirá novos comunicados ou documentos técnicos.
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Transmissao
Ainda não é conhecido se o clima ou a temperatura afetam a propagação do COVID-19. Outros vírus, por exemplo os que causam gripe, têm uma maior propagação durante os meses mais frios. Contudo, isso não significa que não se fique doente devido a estes vírus durante os restantes meses.
De momento, não há evidência de que a propagação do COVID-19 irá diminuir quando o clima ficar mais quente. Ainda há muito para aprender sobre o modo de transmissão, a gravidade e outras informações relacionadas com o COVID-19, e há investigações em curso.
Category:
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O risco de contrair COVID-19 a partir de alguém sem sintomas é muito baixo. No entanto, muitas pessoas infetadas apresentam apenas sintomas ligeiros, sobretudo na fase inicial da doença. Portanto, é possível contrair o vírus de alguém que tenha apenas uma tosse ligeira, por exemplo, e não se sinta doente.As crianças podem transmitir a infeção e doença por COVID-19?
Sim, as crianças infetadas com SARS-CoV-2 ou que estejam em fase de incubação também transmitem a doença. Pela acentuada proximidade entre as crianças, o contacto muito próximo durante a brincadeira e partilha de brinquedos com gotículas e secreções, podem ser um grande transmissor da COVID-19. Como as crianças mais pequenas são vulneráveis e não têm ainda a capacidade de se defenderem e de tomarem decisões sobre a sua própria proteção, os adultos devem assegurar os cuidados necessários para diminuir a probabilidade de transmissão.
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Transmissao
Não se sabe ao certo quanto tempo o vírus que causa a COVID-19 sobrevive nas superfícies, mas parece comportar-se como outros coronavírus. Os estudos sugerem que os coronavírus (incluindo informação preliminar sobre o vírus da COVID-19) podem persistir em superfícies de algumas horas a vários dias. Isto pode variar dependendo das condições, como por exemplo o tipo de superfície, a temperatura ou humidade do ambiente.
Na nossa própria casa ou em espaços públicos, a frequência de limpeza deve ser aumentada, precisamente para que não haja acumulação de vírus nas superfícies. Deve utilizar-se detergente e desinfetante comum de uso doméstico – é suficiente usar lixívia ou álcool.Podemos partilhar copos de bebida?
Não – não deve partilhar com outras pessoas, quaisquer objetos de uso pessoal, incluindo os copos de bebidas. A transmissão do vírus faz-se através das nossas mucosas (boca, olhos e nariz).
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O contágio não é pelo ar, mas sim através de secreções respiratórias ou gotículas que são expelidas por uma pessoa infetada e/ou durante a realização de procedimentos médicos invasivos produtores de aerossóis. As gotículas que a pessoa expele podem entrar diretamente pela boca, olhos ou nariz e provocar infeção.
Cumprir o distanciamento social aconselhado pela Direção-Geral da Saúde ou ficar em casa são boas medidas para prevenir a infeção nesta fase.
As superfícies metálicas ou outras não transmitem diretamente o vírus. Só transmitem o vírus se se tocar com as mãos numa superfície suja ou com secreções respiratórias ou gotículas que contenham partículas virais e se levar, posteriormente, as mãos à boca, ao nariz ou aos olhos. Se as superfícies forem lavadas regularmente evita-se esse contágio.
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A COVID-19 transmite-se por contacto próximo com pessoas infetadas pelo vírus, ou superfícies e objetos contaminados.
Esta doença transmite-se através de gotículas libertadas pelo nariz ou boca quando tossimos ou espirramos, que podem atingir diretamente a boca, nariz e olhos de quem estiver próximo.
As gotículas podem depositar-se nos objetos ou superfícies que rodeiam a pessoa infetada. Por sua vez, outras pessoas podem infetar-se ao tocar nestes objetos ou superfícies e depois tocar nos olhos, nariz ou boca com as mãos.
Quando é feito o diagnóstico de COVID-19 a uma pessoa, as autoridades de saúde fazem um inquérito epidemiológico para, entre outras informações, perceberem qual a fonte da infeção. Quando não se consegue identificar essa fonte, ou seja, quem transmitiu o vírus, diz-se que estamos perante uma área de transmissão comunitária.
Estima-se que o período de incubação da doença (tempo decorrido desde a exposição ao vírus até ao aparecimento de sintomas) seja entre 2 e 14 dias. A transmissão por pessoas assintomáticas (sem sintomas) ainda está a ser investigada.
Os seguintes casos podem ser considerados como contactos próximos:
• Pessoa com exposição associada a cuidados de saúde, nomeadamente a prestação de cuidados diretos a doente com COVID-19 ou o contacto em ambiente laboratorial com amostras de COVID-19;
• Contacto em proximidade ou em ambiente fechado com um doente com COVID-19 (ex: sala de aula);
• Pessoas que viagem com doente com COVID-19, como por exemplo:
- companheiros de viagem num avião: as pessoas que estão dois lugares à esquerda ou à direita do doente, 2 lugares nas duas filas consecutivas à frente do doente e dois lugares nas duas filas consecutivas atrás do doente e tripulantes de bordo que serviram a secção do doente;
- companheiros de viagem num navio: pessoas que partilharam a mesma cabine e tripulantes de bordo que serviram a cabine do doente.
- Ou outros meios de transporte (autocarros, comboios…)
A Autoridade de Saúde pode considerar como contato próximo outros indivíduos não definidos nos pontos anteriores (a avaliação é feita caso a caso).
Não. De acordo com informação da Organização Mundial da Saúde (OMS), não há evidência de que os animais domésticos, tais como cães e gatos, tenham sido infetados e que, consequentemente, possam transmitir o COVID-19.
Os coronavírus transmitem-se, geralmente, de pessoa para pessoa através de gotículas respiratórias. De acordo com a European Food Safety Authority (EFSA) “as experiências dos surtos anteriores com coronavírus, nomeadamente com o coronavírus SARS-CoV e com o coronavírus MERS-CoV, mostram que a sua transmissão não ocorreu através do consumo alimentar”.
Atualmente, não há evidência que suporte a transmissão do COVID-19 pelos alimentos.
Porém, aplicando o princípio da precaução, a manutenção e o reforço das boas práticas de higiene e segurança alimentar durante a manipulação, preparação e coinfecção dos alimentos é recomendada.
Assumindo o princípio da precaução, a OMS publicou no seu site algumas recomendações relativas às boas práticas de higiene e segurança alimentar e, a nível nacional, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), publicou o comunicado – Pode o novo tipo de coronavírus ser transmissível através da Comida?
Destas orientações relativas à preparação, confeção e consumo de alimentos, destaca-se o reforço das seguintes boas práticas de higiene:
- Lavagem frequente e prolongada das mãos (com água e sabão durante 20 segundos), seguida de secagem apropriada evitando a contaminação cruzada (por exemplo fechar a torneira com uma toalha de papel ao invés da mão que a abriu enquanto suja)
- Desinfeção apropriada das bancadas de trabalho e das mesas com produtos apropriados
- Evitar a contaminação entre comida crua e cozinhada
- Cozinhar e “empratar” a comida a temperaturas apropriadas e lavar adequadamente os alimentos crus
- Evitar partilhar comida ou objetos entre pessoas durante a sua preparação, confeção e consumo
A ASAE irá continuar a acompanhar esta situação de forma contínua e sempre que se justifique emitirá novos comunicados ou documentos técnicos.
Ainda não é conhecido se o clima ou a temperatura afetam a propagação do COVID-19. Outros vírus, por exemplo os que causam gripe, têm uma maior propagação durante os meses mais frios. Contudo, isso não significa que não se fique doente devido a estes vírus durante os restantes meses.
De momento, não há evidência de que a propagação do COVID-19 irá diminuir quando o clima ficar mais quente. Ainda há muito para aprender sobre o modo de transmissão, a gravidade e outras informações relacionadas com o COVID-19, e há investigações em curso.
O risco de contrair COVID-19 a partir de alguém sem sintomas é muito baixo. No entanto, muitas pessoas infetadas apresentam apenas sintomas ligeiros, sobretudo na fase inicial da doença. Portanto, é possível contrair o vírus de alguém que tenha apenas uma tosse ligeira, por exemplo, e não se sinta doente.As crianças podem transmitir a infeção e doença por COVID-19?
Sim, as crianças infetadas com SARS-CoV-2 ou que estejam em fase de incubação também transmitem a doença. Pela acentuada proximidade entre as crianças, o contacto muito próximo durante a brincadeira e partilha de brinquedos com gotículas e secreções, podem ser um grande transmissor da COVID-19. Como as crianças mais pequenas são vulneráveis e não têm ainda a capacidade de se defenderem e de tomarem decisões sobre a sua própria proteção, os adultos devem assegurar os cuidados necessários para diminuir a probabilidade de transmissão.
Não se sabe ao certo quanto tempo o vírus que causa a COVID-19 sobrevive nas superfícies, mas parece comportar-se como outros coronavírus. Os estudos sugerem que os coronavírus (incluindo informação preliminar sobre o vírus da COVID-19) podem persistir em superfícies de algumas horas a vários dias. Isto pode variar dependendo das condições, como por exemplo o tipo de superfície, a temperatura ou humidade do ambiente.
Na nossa própria casa ou em espaços públicos, a frequência de limpeza deve ser aumentada, precisamente para que não haja acumulação de vírus nas superfícies. Deve utilizar-se detergente e desinfetante comum de uso doméstico – é suficiente usar lixívia ou álcool.Podemos partilhar copos de bebida?
Não – não deve partilhar com outras pessoas, quaisquer objetos de uso pessoal, incluindo os copos de bebidas. A transmissão do vírus faz-se através das nossas mucosas (boca, olhos e nariz).
O contágio não é pelo ar, mas sim através de secreções respiratórias ou gotículas que são expelidas por uma pessoa infetada e/ou durante a realização de procedimentos médicos invasivos produtores de aerossóis. As gotículas que a pessoa expele podem entrar diretamente pela boca, olhos ou nariz e provocar infeção.
Cumprir o distanciamento social aconselhado pela Direção-Geral da Saúde ou ficar em casa são boas medidas para prevenir a infeção nesta fase.
As superfícies metálicas ou outras não transmitem diretamente o vírus. Só transmitem o vírus se se tocar com as mãos numa superfície suja ou com secreções respiratórias ou gotículas que contenham partículas virais e se levar, posteriormente, as mãos à boca, ao nariz ou aos olhos. Se as superfícies forem lavadas regularmente evita-se esse contágio.
Viagens
A COVID-19 transmite-se por contacto próximo com pessoas infetadas pelo vírus, ou superfícies e objetos contaminados.
Esta doença transmite-se através de gotículas libertadas pelo nariz ou boca quando tossimos ou espirramos, que podem atingir diretamente a boca, nariz e olhos de quem estiver próximo.
As gotículas podem depositar-se nos objetos ou superfícies que rodeiam a pessoa infetada. Por sua vez, outras pessoas podem infetar-se ao tocar nestes objetos ou superfícies e depois tocar nos olhos, nariz ou boca com as mãos.
Category:
Transmissao
Quando é feito o diagnóstico de COVID-19 a uma pessoa, as autoridades de saúde fazem um inquérito epidemiológico para, entre outras informações, perceberem qual a fonte da infeção. Quando não se consegue identificar essa fonte, ou seja, quem transmitiu o vírus, diz-se que estamos perante uma área de transmissão comunitária.
Category:
Transmissao
Estima-se que o período de incubação da doença (tempo decorrido desde a exposição ao vírus até ao aparecimento de sintomas) seja entre 2 e 14 dias. A transmissão por pessoas assintomáticas (sem sintomas) ainda está a ser investigada.
Category:
Transmissao
Os seguintes casos podem ser considerados como contactos próximos:
• Pessoa com exposição associada a cuidados de saúde, nomeadamente a prestação de cuidados diretos a doente com COVID-19 ou o contacto em ambiente laboratorial com amostras de COVID-19;
• Contacto em proximidade ou em ambiente fechado com um doente com COVID-19 (ex: sala de aula);
• Pessoas que viagem com doente com COVID-19, como por exemplo:
- companheiros de viagem num avião: as pessoas que estão dois lugares à esquerda ou à direita do doente, 2 lugares nas duas filas consecutivas à frente do doente e dois lugares nas duas filas consecutivas atrás do doente e tripulantes de bordo que serviram a secção do doente;
- companheiros de viagem num navio: pessoas que partilharam a mesma cabine e tripulantes de bordo que serviram a cabine do doente.
- Ou outros meios de transporte (autocarros, comboios…)
A Autoridade de Saúde pode considerar como contato próximo outros indivíduos não definidos nos pontos anteriores (a avaliação é feita caso a caso).
Category:
Transmissao
Não. De acordo com informação da Organização Mundial da Saúde (OMS), não há evidência de que os animais domésticos, tais como cães e gatos, tenham sido infetados e que, consequentemente, possam transmitir o COVID-19.
Category:
Transmissao
Os coronavírus transmitem-se, geralmente, de pessoa para pessoa através de gotículas respiratórias. De acordo com a European Food Safety Authority (EFSA) “as experiências dos surtos anteriores com coronavírus, nomeadamente com o coronavírus SARS-CoV e com o coronavírus MERS-CoV, mostram que a sua transmissão não ocorreu através do consumo alimentar”.
Atualmente, não há evidência que suporte a transmissão do COVID-19 pelos alimentos.
Porém, aplicando o princípio da precaução, a manutenção e o reforço das boas práticas de higiene e segurança alimentar durante a manipulação, preparação e coinfecção dos alimentos é recomendada.
Assumindo o princípio da precaução, a OMS publicou no seu site algumas recomendações relativas às boas práticas de higiene e segurança alimentar e, a nível nacional, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), publicou o comunicado – Pode o novo tipo de coronavírus ser transmissível através da Comida?
Destas orientações relativas à preparação, confeção e consumo de alimentos, destaca-se o reforço das seguintes boas práticas de higiene:
- Lavagem frequente e prolongada das mãos (com água e sabão durante 20 segundos), seguida de secagem apropriada evitando a contaminação cruzada (por exemplo fechar a torneira com uma toalha de papel ao invés da mão que a abriu enquanto suja)
- Desinfeção apropriada das bancadas de trabalho e das mesas com produtos apropriados
- Evitar a contaminação entre comida crua e cozinhada
- Cozinhar e “empratar” a comida a temperaturas apropriadas e lavar adequadamente os alimentos crus
- Evitar partilhar comida ou objetos entre pessoas durante a sua preparação, confeção e consumo
A ASAE irá continuar a acompanhar esta situação de forma contínua e sempre que se justifique emitirá novos comunicados ou documentos técnicos.
Category:
Transmissao
Ainda não é conhecido se o clima ou a temperatura afetam a propagação do COVID-19. Outros vírus, por exemplo os que causam gripe, têm uma maior propagação durante os meses mais frios. Contudo, isso não significa que não se fique doente devido a estes vírus durante os restantes meses.
De momento, não há evidência de que a propagação do COVID-19 irá diminuir quando o clima ficar mais quente. Ainda há muito para aprender sobre o modo de transmissão, a gravidade e outras informações relacionadas com o COVID-19, e há investigações em curso.
Category:
Transmissao
O risco de contrair COVID-19 a partir de alguém sem sintomas é muito baixo. No entanto, muitas pessoas infetadas apresentam apenas sintomas ligeiros, sobretudo na fase inicial da doença. Portanto, é possível contrair o vírus de alguém que tenha apenas uma tosse ligeira, por exemplo, e não se sinta doente.As crianças podem transmitir a infeção e doença por COVID-19?
Sim, as crianças infetadas com SARS-CoV-2 ou que estejam em fase de incubação também transmitem a doença. Pela acentuada proximidade entre as crianças, o contacto muito próximo durante a brincadeira e partilha de brinquedos com gotículas e secreções, podem ser um grande transmissor da COVID-19. Como as crianças mais pequenas são vulneráveis e não têm ainda a capacidade de se defenderem e de tomarem decisões sobre a sua própria proteção, os adultos devem assegurar os cuidados necessários para diminuir a probabilidade de transmissão.
Category:
Transmissao
Não se sabe ao certo quanto tempo o vírus que causa a COVID-19 sobrevive nas superfícies, mas parece comportar-se como outros coronavírus. Os estudos sugerem que os coronavírus (incluindo informação preliminar sobre o vírus da COVID-19) podem persistir em superfícies de algumas horas a vários dias. Isto pode variar dependendo das condições, como por exemplo o tipo de superfície, a temperatura ou humidade do ambiente.
Na nossa própria casa ou em espaços públicos, a frequência de limpeza deve ser aumentada, precisamente para que não haja acumulação de vírus nas superfícies. Deve utilizar-se detergente e desinfetante comum de uso doméstico – é suficiente usar lixívia ou álcool.Podemos partilhar copos de bebida?
Não – não deve partilhar com outras pessoas, quaisquer objetos de uso pessoal, incluindo os copos de bebidas. A transmissão do vírus faz-se através das nossas mucosas (boca, olhos e nariz).
Category:
Transmissao
O contágio não é pelo ar, mas sim através de secreções respiratórias ou gotículas que são expelidas por uma pessoa infetada e/ou durante a realização de procedimentos médicos invasivos produtores de aerossóis. As gotículas que a pessoa expele podem entrar diretamente pela boca, olhos ou nariz e provocar infeção.
Cumprir o distanciamento social aconselhado pela Direção-Geral da Saúde ou ficar em casa são boas medidas para prevenir a infeção nesta fase.
As superfícies metálicas ou outras não transmitem diretamente o vírus. Só transmitem o vírus se se tocar com as mãos numa superfície suja ou com secreções respiratórias ou gotículas que contenham partículas virais e se levar, posteriormente, as mãos à boca, ao nariz ou aos olhos. Se as superfícies forem lavadas regularmente evita-se esse contágio.
Category:
Transmissao
A COVID-19 transmite-se por contacto próximo com pessoas infetadas pelo vírus, ou superfícies e objetos contaminados.
Esta doença transmite-se através de gotículas libertadas pelo nariz ou boca quando tossimos ou espirramos, que podem atingir diretamente a boca, nariz e olhos de quem estiver próximo.
As gotículas podem depositar-se nos objetos ou superfícies que rodeiam a pessoa infetada. Por sua vez, outras pessoas podem infetar-se ao tocar nestes objetos ou superfícies e depois tocar nos olhos, nariz ou boca com as mãos.
Quando é feito o diagnóstico de COVID-19 a uma pessoa, as autoridades de saúde fazem um inquérito epidemiológico para, entre outras informações, perceberem qual a fonte da infeção. Quando não se consegue identificar essa fonte, ou seja, quem transmitiu o vírus, diz-se que estamos perante uma área de transmissão comunitária.
Estima-se que o período de incubação da doença (tempo decorrido desde a exposição ao vírus até ao aparecimento de sintomas) seja entre 2 e 14 dias. A transmissão por pessoas assintomáticas (sem sintomas) ainda está a ser investigada.
Os seguintes casos podem ser considerados como contactos próximos:
• Pessoa com exposição associada a cuidados de saúde, nomeadamente a prestação de cuidados diretos a doente com COVID-19 ou o contacto em ambiente laboratorial com amostras de COVID-19;
• Contacto em proximidade ou em ambiente fechado com um doente com COVID-19 (ex: sala de aula);
• Pessoas que viagem com doente com COVID-19, como por exemplo:
- companheiros de viagem num avião: as pessoas que estão dois lugares à esquerda ou à direita do doente, 2 lugares nas duas filas consecutivas à frente do doente e dois lugares nas duas filas consecutivas atrás do doente e tripulantes de bordo que serviram a secção do doente;
- companheiros de viagem num navio: pessoas que partilharam a mesma cabine e tripulantes de bordo que serviram a cabine do doente.
- Ou outros meios de transporte (autocarros, comboios…)
A Autoridade de Saúde pode considerar como contato próximo outros indivíduos não definidos nos pontos anteriores (a avaliação é feita caso a caso).
Não. De acordo com informação da Organização Mundial da Saúde (OMS), não há evidência de que os animais domésticos, tais como cães e gatos, tenham sido infetados e que, consequentemente, possam transmitir o COVID-19.
Os coronavírus transmitem-se, geralmente, de pessoa para pessoa através de gotículas respiratórias. De acordo com a European Food Safety Authority (EFSA) “as experiências dos surtos anteriores com coronavírus, nomeadamente com o coronavírus SARS-CoV e com o coronavírus MERS-CoV, mostram que a sua transmissão não ocorreu através do consumo alimentar”.
Atualmente, não há evidência que suporte a transmissão do COVID-19 pelos alimentos.
Porém, aplicando o princípio da precaução, a manutenção e o reforço das boas práticas de higiene e segurança alimentar durante a manipulação, preparação e coinfecção dos alimentos é recomendada.
Assumindo o princípio da precaução, a OMS publicou no seu site algumas recomendações relativas às boas práticas de higiene e segurança alimentar e, a nível nacional, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), publicou o comunicado – Pode o novo tipo de coronavírus ser transmissível através da Comida?
Destas orientações relativas à preparação, confeção e consumo de alimentos, destaca-se o reforço das seguintes boas práticas de higiene:
- Lavagem frequente e prolongada das mãos (com água e sabão durante 20 segundos), seguida de secagem apropriada evitando a contaminação cruzada (por exemplo fechar a torneira com uma toalha de papel ao invés da mão que a abriu enquanto suja)
- Desinfeção apropriada das bancadas de trabalho e das mesas com produtos apropriados
- Evitar a contaminação entre comida crua e cozinhada
- Cozinhar e “empratar” a comida a temperaturas apropriadas e lavar adequadamente os alimentos crus
- Evitar partilhar comida ou objetos entre pessoas durante a sua preparação, confeção e consumo
A ASAE irá continuar a acompanhar esta situação de forma contínua e sempre que se justifique emitirá novos comunicados ou documentos técnicos.
Ainda não é conhecido se o clima ou a temperatura afetam a propagação do COVID-19. Outros vírus, por exemplo os que causam gripe, têm uma maior propagação durante os meses mais frios. Contudo, isso não significa que não se fique doente devido a estes vírus durante os restantes meses.
De momento, não há evidência de que a propagação do COVID-19 irá diminuir quando o clima ficar mais quente. Ainda há muito para aprender sobre o modo de transmissão, a gravidade e outras informações relacionadas com o COVID-19, e há investigações em curso.
O risco de contrair COVID-19 a partir de alguém sem sintomas é muito baixo. No entanto, muitas pessoas infetadas apresentam apenas sintomas ligeiros, sobretudo na fase inicial da doença. Portanto, é possível contrair o vírus de alguém que tenha apenas uma tosse ligeira, por exemplo, e não se sinta doente.As crianças podem transmitir a infeção e doença por COVID-19?
Sim, as crianças infetadas com SARS-CoV-2 ou que estejam em fase de incubação também transmitem a doença. Pela acentuada proximidade entre as crianças, o contacto muito próximo durante a brincadeira e partilha de brinquedos com gotículas e secreções, podem ser um grande transmissor da COVID-19. Como as crianças mais pequenas são vulneráveis e não têm ainda a capacidade de se defenderem e de tomarem decisões sobre a sua própria proteção, os adultos devem assegurar os cuidados necessários para diminuir a probabilidade de transmissão.
Não se sabe ao certo quanto tempo o vírus que causa a COVID-19 sobrevive nas superfícies, mas parece comportar-se como outros coronavírus. Os estudos sugerem que os coronavírus (incluindo informação preliminar sobre o vírus da COVID-19) podem persistir em superfícies de algumas horas a vários dias. Isto pode variar dependendo das condições, como por exemplo o tipo de superfície, a temperatura ou humidade do ambiente.
Na nossa própria casa ou em espaços públicos, a frequência de limpeza deve ser aumentada, precisamente para que não haja acumulação de vírus nas superfícies. Deve utilizar-se detergente e desinfetante comum de uso doméstico – é suficiente usar lixívia ou álcool.Podemos partilhar copos de bebida?
Não – não deve partilhar com outras pessoas, quaisquer objetos de uso pessoal, incluindo os copos de bebidas. A transmissão do vírus faz-se através das nossas mucosas (boca, olhos e nariz).
O contágio não é pelo ar, mas sim através de secreções respiratórias ou gotículas que são expelidas por uma pessoa infetada e/ou durante a realização de procedimentos médicos invasivos produtores de aerossóis. As gotículas que a pessoa expele podem entrar diretamente pela boca, olhos ou nariz e provocar infeção.
Cumprir o distanciamento social aconselhado pela Direção-Geral da Saúde ou ficar em casa são boas medidas para prevenir a infeção nesta fase.
As superfícies metálicas ou outras não transmitem diretamente o vírus. Só transmitem o vírus se se tocar com as mãos numa superfície suja ou com secreções respiratórias ou gotículas que contenham partículas virais e se levar, posteriormente, as mãos à boca, ao nariz ou aos olhos. Se as superfícies forem lavadas regularmente evita-se esse contágio.
Grupos de Risco
A COVID-19 transmite-se por contacto próximo com pessoas infetadas pelo vírus, ou superfícies e objetos contaminados.
Esta doença transmite-se através de gotículas libertadas pelo nariz ou boca quando tossimos ou espirramos, que podem atingir diretamente a boca, nariz e olhos de quem estiver próximo.
As gotículas podem depositar-se nos objetos ou superfícies que rodeiam a pessoa infetada. Por sua vez, outras pessoas podem infetar-se ao tocar nestes objetos ou superfícies e depois tocar nos olhos, nariz ou boca com as mãos.
Category:
Transmissao
Quando é feito o diagnóstico de COVID-19 a uma pessoa, as autoridades de saúde fazem um inquérito epidemiológico para, entre outras informações, perceberem qual a fonte da infeção. Quando não se consegue identificar essa fonte, ou seja, quem transmitiu o vírus, diz-se que estamos perante uma área de transmissão comunitária.
Category:
Transmissao
Estima-se que o período de incubação da doença (tempo decorrido desde a exposição ao vírus até ao aparecimento de sintomas) seja entre 2 e 14 dias. A transmissão por pessoas assintomáticas (sem sintomas) ainda está a ser investigada.
Category:
Transmissao
Os seguintes casos podem ser considerados como contactos próximos:
• Pessoa com exposição associada a cuidados de saúde, nomeadamente a prestação de cuidados diretos a doente com COVID-19 ou o contacto em ambiente laboratorial com amostras de COVID-19;
• Contacto em proximidade ou em ambiente fechado com um doente com COVID-19 (ex: sala de aula);
• Pessoas que viagem com doente com COVID-19, como por exemplo:
- companheiros de viagem num avião: as pessoas que estão dois lugares à esquerda ou à direita do doente, 2 lugares nas duas filas consecutivas à frente do doente e dois lugares nas duas filas consecutivas atrás do doente e tripulantes de bordo que serviram a secção do doente;
- companheiros de viagem num navio: pessoas que partilharam a mesma cabine e tripulantes de bordo que serviram a cabine do doente.
- Ou outros meios de transporte (autocarros, comboios…)
A Autoridade de Saúde pode considerar como contato próximo outros indivíduos não definidos nos pontos anteriores (a avaliação é feita caso a caso).
Category:
Transmissao
Não. De acordo com informação da Organização Mundial da Saúde (OMS), não há evidência de que os animais domésticos, tais como cães e gatos, tenham sido infetados e que, consequentemente, possam transmitir o COVID-19.
Category:
Transmissao
Os coronavírus transmitem-se, geralmente, de pessoa para pessoa através de gotículas respiratórias. De acordo com a European Food Safety Authority (EFSA) “as experiências dos surtos anteriores com coronavírus, nomeadamente com o coronavírus SARS-CoV e com o coronavírus MERS-CoV, mostram que a sua transmissão não ocorreu através do consumo alimentar”.
Atualmente, não há evidência que suporte a transmissão do COVID-19 pelos alimentos.
Porém, aplicando o princípio da precaução, a manutenção e o reforço das boas práticas de higiene e segurança alimentar durante a manipulação, preparação e coinfecção dos alimentos é recomendada.
Assumindo o princípio da precaução, a OMS publicou no seu site algumas recomendações relativas às boas práticas de higiene e segurança alimentar e, a nível nacional, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), publicou o comunicado – Pode o novo tipo de coronavírus ser transmissível através da Comida?
Destas orientações relativas à preparação, confeção e consumo de alimentos, destaca-se o reforço das seguintes boas práticas de higiene:
- Lavagem frequente e prolongada das mãos (com água e sabão durante 20 segundos), seguida de secagem apropriada evitando a contaminação cruzada (por exemplo fechar a torneira com uma toalha de papel ao invés da mão que a abriu enquanto suja)
- Desinfeção apropriada das bancadas de trabalho e das mesas com produtos apropriados
- Evitar a contaminação entre comida crua e cozinhada
- Cozinhar e “empratar” a comida a temperaturas apropriadas e lavar adequadamente os alimentos crus
- Evitar partilhar comida ou objetos entre pessoas durante a sua preparação, confeção e consumo
A ASAE irá continuar a acompanhar esta situação de forma contínua e sempre que se justifique emitirá novos comunicados ou documentos técnicos.
Category:
Transmissao
Ainda não é conhecido se o clima ou a temperatura afetam a propagação do COVID-19. Outros vírus, por exemplo os que causam gripe, têm uma maior propagação durante os meses mais frios. Contudo, isso não significa que não se fique doente devido a estes vírus durante os restantes meses.
De momento, não há evidência de que a propagação do COVID-19 irá diminuir quando o clima ficar mais quente. Ainda há muito para aprender sobre o modo de transmissão, a gravidade e outras informações relacionadas com o COVID-19, e há investigações em curso.
Category:
Transmissao
O risco de contrair COVID-19 a partir de alguém sem sintomas é muito baixo. No entanto, muitas pessoas infetadas apresentam apenas sintomas ligeiros, sobretudo na fase inicial da doença. Portanto, é possível contrair o vírus de alguém que tenha apenas uma tosse ligeira, por exemplo, e não se sinta doente.As crianças podem transmitir a infeção e doença por COVID-19?
Sim, as crianças infetadas com SARS-CoV-2 ou que estejam em fase de incubação também transmitem a doença. Pela acentuada proximidade entre as crianças, o contacto muito próximo durante a brincadeira e partilha de brinquedos com gotículas e secreções, podem ser um grande transmissor da COVID-19. Como as crianças mais pequenas são vulneráveis e não têm ainda a capacidade de se defenderem e de tomarem decisões sobre a sua própria proteção, os adultos devem assegurar os cuidados necessários para diminuir a probabilidade de transmissão.
Category:
Transmissao
Não se sabe ao certo quanto tempo o vírus que causa a COVID-19 sobrevive nas superfícies, mas parece comportar-se como outros coronavírus. Os estudos sugerem que os coronavírus (incluindo informação preliminar sobre o vírus da COVID-19) podem persistir em superfícies de algumas horas a vários dias. Isto pode variar dependendo das condições, como por exemplo o tipo de superfície, a temperatura ou humidade do ambiente.
Na nossa própria casa ou em espaços públicos, a frequência de limpeza deve ser aumentada, precisamente para que não haja acumulação de vírus nas superfícies. Deve utilizar-se detergente e desinfetante comum de uso doméstico – é suficiente usar lixívia ou álcool.Podemos partilhar copos de bebida?
Não – não deve partilhar com outras pessoas, quaisquer objetos de uso pessoal, incluindo os copos de bebidas. A transmissão do vírus faz-se através das nossas mucosas (boca, olhos e nariz).
Category:
Transmissao
O contágio não é pelo ar, mas sim através de secreções respiratórias ou gotículas que são expelidas por uma pessoa infetada e/ou durante a realização de procedimentos médicos invasivos produtores de aerossóis. As gotículas que a pessoa expele podem entrar diretamente pela boca, olhos ou nariz e provocar infeção.
Cumprir o distanciamento social aconselhado pela Direção-Geral da Saúde ou ficar em casa são boas medidas para prevenir a infeção nesta fase.
As superfícies metálicas ou outras não transmitem diretamente o vírus. Só transmitem o vírus se se tocar com as mãos numa superfície suja ou com secreções respiratórias ou gotículas que contenham partículas virais e se levar, posteriormente, as mãos à boca, ao nariz ou aos olhos. Se as superfícies forem lavadas regularmente evita-se esse contágio.
Category:
Transmissao
A COVID-19 transmite-se por contacto próximo com pessoas infetadas pelo vírus, ou superfícies e objetos contaminados.
Esta doença transmite-se através de gotículas libertadas pelo nariz ou boca quando tossimos ou espirramos, que podem atingir diretamente a boca, nariz e olhos de quem estiver próximo.
As gotículas podem depositar-se nos objetos ou superfícies que rodeiam a pessoa infetada. Por sua vez, outras pessoas podem infetar-se ao tocar nestes objetos ou superfícies e depois tocar nos olhos, nariz ou boca com as mãos.
Quando é feito o diagnóstico de COVID-19 a uma pessoa, as autoridades de saúde fazem um inquérito epidemiológico para, entre outras informações, perceberem qual a fonte da infeção. Quando não se consegue identificar essa fonte, ou seja, quem transmitiu o vírus, diz-se que estamos perante uma área de transmissão comunitária.
Estima-se que o período de incubação da doença (tempo decorrido desde a exposição ao vírus até ao aparecimento de sintomas) seja entre 2 e 14 dias. A transmissão por pessoas assintomáticas (sem sintomas) ainda está a ser investigada.
Os seguintes casos podem ser considerados como contactos próximos:
• Pessoa com exposição associada a cuidados de saúde, nomeadamente a prestação de cuidados diretos a doente com COVID-19 ou o contacto em ambiente laboratorial com amostras de COVID-19;
• Contacto em proximidade ou em ambiente fechado com um doente com COVID-19 (ex: sala de aula);
• Pessoas que viagem com doente com COVID-19, como por exemplo:
- companheiros de viagem num avião: as pessoas que estão dois lugares à esquerda ou à direita do doente, 2 lugares nas duas filas consecutivas à frente do doente e dois lugares nas duas filas consecutivas atrás do doente e tripulantes de bordo que serviram a secção do doente;
- companheiros de viagem num navio: pessoas que partilharam a mesma cabine e tripulantes de bordo que serviram a cabine do doente.
- Ou outros meios de transporte (autocarros, comboios…)
A Autoridade de Saúde pode considerar como contato próximo outros indivíduos não definidos nos pontos anteriores (a avaliação é feita caso a caso).
Não. De acordo com informação da Organização Mundial da Saúde (OMS), não há evidência de que os animais domésticos, tais como cães e gatos, tenham sido infetados e que, consequentemente, possam transmitir o COVID-19.
Os coronavírus transmitem-se, geralmente, de pessoa para pessoa através de gotículas respiratórias. De acordo com a European Food Safety Authority (EFSA) “as experiências dos surtos anteriores com coronavírus, nomeadamente com o coronavírus SARS-CoV e com o coronavírus MERS-CoV, mostram que a sua transmissão não ocorreu através do consumo alimentar”.
Atualmente, não há evidência que suporte a transmissão do COVID-19 pelos alimentos.
Porém, aplicando o princípio da precaução, a manutenção e o reforço das boas práticas de higiene e segurança alimentar durante a manipulação, preparação e coinfecção dos alimentos é recomendada.
Assumindo o princípio da precaução, a OMS publicou no seu site algumas recomendações relativas às boas práticas de higiene e segurança alimentar e, a nível nacional, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), publicou o comunicado – Pode o novo tipo de coronavírus ser transmissível através da Comida?
Destas orientações relativas à preparação, confeção e consumo de alimentos, destaca-se o reforço das seguintes boas práticas de higiene:
- Lavagem frequente e prolongada das mãos (com água e sabão durante 20 segundos), seguida de secagem apropriada evitando a contaminação cruzada (por exemplo fechar a torneira com uma toalha de papel ao invés da mão que a abriu enquanto suja)
- Desinfeção apropriada das bancadas de trabalho e das mesas com produtos apropriados
- Evitar a contaminação entre comida crua e cozinhada
- Cozinhar e “empratar” a comida a temperaturas apropriadas e lavar adequadamente os alimentos crus
- Evitar partilhar comida ou objetos entre pessoas durante a sua preparação, confeção e consumo
A ASAE irá continuar a acompanhar esta situação de forma contínua e sempre que se justifique emitirá novos comunicados ou documentos técnicos.
Ainda não é conhecido se o clima ou a temperatura afetam a propagação do COVID-19. Outros vírus, por exemplo os que causam gripe, têm uma maior propagação durante os meses mais frios. Contudo, isso não significa que não se fique doente devido a estes vírus durante os restantes meses.
De momento, não há evidência de que a propagação do COVID-19 irá diminuir quando o clima ficar mais quente. Ainda há muito para aprender sobre o modo de transmissão, a gravidade e outras informações relacionadas com o COVID-19, e há investigações em curso.
O risco de contrair COVID-19 a partir de alguém sem sintomas é muito baixo. No entanto, muitas pessoas infetadas apresentam apenas sintomas ligeiros, sobretudo na fase inicial da doença. Portanto, é possível contrair o vírus de alguém que tenha apenas uma tosse ligeira, por exemplo, e não se sinta doente.As crianças podem transmitir a infeção e doença por COVID-19?
Sim, as crianças infetadas com SARS-CoV-2 ou que estejam em fase de incubação também transmitem a doença. Pela acentuada proximidade entre as crianças, o contacto muito próximo durante a brincadeira e partilha de brinquedos com gotículas e secreções, podem ser um grande transmissor da COVID-19. Como as crianças mais pequenas são vulneráveis e não têm ainda a capacidade de se defenderem e de tomarem decisões sobre a sua própria proteção, os adultos devem assegurar os cuidados necessários para diminuir a probabilidade de transmissão.
Não se sabe ao certo quanto tempo o vírus que causa a COVID-19 sobrevive nas superfícies, mas parece comportar-se como outros coronavírus. Os estudos sugerem que os coronavírus (incluindo informação preliminar sobre o vírus da COVID-19) podem persistir em superfícies de algumas horas a vários dias. Isto pode variar dependendo das condições, como por exemplo o tipo de superfície, a temperatura ou humidade do ambiente.
Na nossa própria casa ou em espaços públicos, a frequência de limpeza deve ser aumentada, precisamente para que não haja acumulação de vírus nas superfícies. Deve utilizar-se detergente e desinfetante comum de uso doméstico – é suficiente usar lixívia ou álcool.Podemos partilhar copos de bebida?
Não – não deve partilhar com outras pessoas, quaisquer objetos de uso pessoal, incluindo os copos de bebidas. A transmissão do vírus faz-se através das nossas mucosas (boca, olhos e nariz).
O contágio não é pelo ar, mas sim através de secreções respiratórias ou gotículas que são expelidas por uma pessoa infetada e/ou durante a realização de procedimentos médicos invasivos produtores de aerossóis. As gotículas que a pessoa expele podem entrar diretamente pela boca, olhos ou nariz e provocar infeção.
Cumprir o distanciamento social aconselhado pela Direção-Geral da Saúde ou ficar em casa são boas medidas para prevenir a infeção nesta fase.
As superfícies metálicas ou outras não transmitem diretamente o vírus. Só transmitem o vírus se se tocar com as mãos numa superfície suja ou com secreções respiratórias ou gotículas que contenham partículas virais e se levar, posteriormente, as mãos à boca, ao nariz ou aos olhos. Se as superfícies forem lavadas regularmente evita-se esse contágio.
Isolamento
A COVID-19 transmite-se por contacto próximo com pessoas infetadas pelo vírus, ou superfícies e objetos contaminados.
Esta doença transmite-se através de gotículas libertadas pelo nariz ou boca quando tossimos ou espirramos, que podem atingir diretamente a boca, nariz e olhos de quem estiver próximo.
As gotículas podem depositar-se nos objetos ou superfícies que rodeiam a pessoa infetada. Por sua vez, outras pessoas podem infetar-se ao tocar nestes objetos ou superfícies e depois tocar nos olhos, nariz ou boca com as mãos.
Category:
Transmissao
Quando é feito o diagnóstico de COVID-19 a uma pessoa, as autoridades de saúde fazem um inquérito epidemiológico para, entre outras informações, perceberem qual a fonte da infeção. Quando não se consegue identificar essa fonte, ou seja, quem transmitiu o vírus, diz-se que estamos perante uma área de transmissão comunitária.
Category:
Transmissao
Estima-se que o período de incubação da doença (tempo decorrido desde a exposição ao vírus até ao aparecimento de sintomas) seja entre 2 e 14 dias. A transmissão por pessoas assintomáticas (sem sintomas) ainda está a ser investigada.
Category:
Transmissao
Os seguintes casos podem ser considerados como contactos próximos:
• Pessoa com exposição associada a cuidados de saúde, nomeadamente a prestação de cuidados diretos a doente com COVID-19 ou o contacto em ambiente laboratorial com amostras de COVID-19;
• Contacto em proximidade ou em ambiente fechado com um doente com COVID-19 (ex: sala de aula);
• Pessoas que viagem com doente com COVID-19, como por exemplo:
- companheiros de viagem num avião: as pessoas que estão dois lugares à esquerda ou à direita do doente, 2 lugares nas duas filas consecutivas à frente do doente e dois lugares nas duas filas consecutivas atrás do doente e tripulantes de bordo que serviram a secção do doente;
- companheiros de viagem num navio: pessoas que partilharam a mesma cabine e tripulantes de bordo que serviram a cabine do doente.
- Ou outros meios de transporte (autocarros, comboios…)
A Autoridade de Saúde pode considerar como contato próximo outros indivíduos não definidos nos pontos anteriores (a avaliação é feita caso a caso).
Category:
Transmissao
Não. De acordo com informação da Organização Mundial da Saúde (OMS), não há evidência de que os animais domésticos, tais como cães e gatos, tenham sido infetados e que, consequentemente, possam transmitir o COVID-19.
Category:
Transmissao
Os coronavírus transmitem-se, geralmente, de pessoa para pessoa através de gotículas respiratórias. De acordo com a European Food Safety Authority (EFSA) “as experiências dos surtos anteriores com coronavírus, nomeadamente com o coronavírus SARS-CoV e com o coronavírus MERS-CoV, mostram que a sua transmissão não ocorreu através do consumo alimentar”.
Atualmente, não há evidência que suporte a transmissão do COVID-19 pelos alimentos.
Porém, aplicando o princípio da precaução, a manutenção e o reforço das boas práticas de higiene e segurança alimentar durante a manipulação, preparação e coinfecção dos alimentos é recomendada.
Assumindo o princípio da precaução, a OMS publicou no seu site algumas recomendações relativas às boas práticas de higiene e segurança alimentar e, a nível nacional, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), publicou o comunicado – Pode o novo tipo de coronavírus ser transmissível através da Comida?
Destas orientações relativas à preparação, confeção e consumo de alimentos, destaca-se o reforço das seguintes boas práticas de higiene:
- Lavagem frequente e prolongada das mãos (com água e sabão durante 20 segundos), seguida de secagem apropriada evitando a contaminação cruzada (por exemplo fechar a torneira com uma toalha de papel ao invés da mão que a abriu enquanto suja)
- Desinfeção apropriada das bancadas de trabalho e das mesas com produtos apropriados
- Evitar a contaminação entre comida crua e cozinhada
- Cozinhar e “empratar” a comida a temperaturas apropriadas e lavar adequadamente os alimentos crus
- Evitar partilhar comida ou objetos entre pessoas durante a sua preparação, confeção e consumo
A ASAE irá continuar a acompanhar esta situação de forma contínua e sempre que se justifique emitirá novos comunicados ou documentos técnicos.
Category:
Transmissao
Ainda não é conhecido se o clima ou a temperatura afetam a propagação do COVID-19. Outros vírus, por exemplo os que causam gripe, têm uma maior propagação durante os meses mais frios. Contudo, isso não significa que não se fique doente devido a estes vírus durante os restantes meses.
De momento, não há evidência de que a propagação do COVID-19 irá diminuir quando o clima ficar mais quente. Ainda há muito para aprender sobre o modo de transmissão, a gravidade e outras informações relacionadas com o COVID-19, e há investigações em curso.
Category:
Transmissao
O risco de contrair COVID-19 a partir de alguém sem sintomas é muito baixo. No entanto, muitas pessoas infetadas apresentam apenas sintomas ligeiros, sobretudo na fase inicial da doença. Portanto, é possível contrair o vírus de alguém que tenha apenas uma tosse ligeira, por exemplo, e não se sinta doente.As crianças podem transmitir a infeção e doença por COVID-19?
Sim, as crianças infetadas com SARS-CoV-2 ou que estejam em fase de incubação também transmitem a doença. Pela acentuada proximidade entre as crianças, o contacto muito próximo durante a brincadeira e partilha de brinquedos com gotículas e secreções, podem ser um grande transmissor da COVID-19. Como as crianças mais pequenas são vulneráveis e não têm ainda a capacidade de se defenderem e de tomarem decisões sobre a sua própria proteção, os adultos devem assegurar os cuidados necessários para diminuir a probabilidade de transmissão.
Category:
Transmissao
Não se sabe ao certo quanto tempo o vírus que causa a COVID-19 sobrevive nas superfícies, mas parece comportar-se como outros coronavírus. Os estudos sugerem que os coronavírus (incluindo informação preliminar sobre o vírus da COVID-19) podem persistir em superfícies de algumas horas a vários dias. Isto pode variar dependendo das condições, como por exemplo o tipo de superfície, a temperatura ou humidade do ambiente.
Na nossa própria casa ou em espaços públicos, a frequência de limpeza deve ser aumentada, precisamente para que não haja acumulação de vírus nas superfícies. Deve utilizar-se detergente e desinfetante comum de uso doméstico – é suficiente usar lixívia ou álcool.Podemos partilhar copos de bebida?
Não – não deve partilhar com outras pessoas, quaisquer objetos de uso pessoal, incluindo os copos de bebidas. A transmissão do vírus faz-se através das nossas mucosas (boca, olhos e nariz).
Category:
Transmissao
O contágio não é pelo ar, mas sim através de secreções respiratórias ou gotículas que são expelidas por uma pessoa infetada e/ou durante a realização de procedimentos médicos invasivos produtores de aerossóis. As gotículas que a pessoa expele podem entrar diretamente pela boca, olhos ou nariz e provocar infeção.
Cumprir o distanciamento social aconselhado pela Direção-Geral da Saúde ou ficar em casa são boas medidas para prevenir a infeção nesta fase.
As superfícies metálicas ou outras não transmitem diretamente o vírus. Só transmitem o vírus se se tocar com as mãos numa superfície suja ou com secreções respiratórias ou gotículas que contenham partículas virais e se levar, posteriormente, as mãos à boca, ao nariz ou aos olhos. Se as superfícies forem lavadas regularmente evita-se esse contágio.
Category:
Transmissao
A COVID-19 transmite-se por contacto próximo com pessoas infetadas pelo vírus, ou superfícies e objetos contaminados.
Esta doença transmite-se através de gotículas libertadas pelo nariz ou boca quando tossimos ou espirramos, que podem atingir diretamente a boca, nariz e olhos de quem estiver próximo.
As gotículas podem depositar-se nos objetos ou superfícies que rodeiam a pessoa infetada. Por sua vez, outras pessoas podem infetar-se ao tocar nestes objetos ou superfícies e depois tocar nos olhos, nariz ou boca com as mãos.
Quando é feito o diagnóstico de COVID-19 a uma pessoa, as autoridades de saúde fazem um inquérito epidemiológico para, entre outras informações, perceberem qual a fonte da infeção. Quando não se consegue identificar essa fonte, ou seja, quem transmitiu o vírus, diz-se que estamos perante uma área de transmissão comunitária.
Estima-se que o período de incubação da doença (tempo decorrido desde a exposição ao vírus até ao aparecimento de sintomas) seja entre 2 e 14 dias. A transmissão por pessoas assintomáticas (sem sintomas) ainda está a ser investigada.
Os seguintes casos podem ser considerados como contactos próximos:
• Pessoa com exposição associada a cuidados de saúde, nomeadamente a prestação de cuidados diretos a doente com COVID-19 ou o contacto em ambiente laboratorial com amostras de COVID-19;
• Contacto em proximidade ou em ambiente fechado com um doente com COVID-19 (ex: sala de aula);
• Pessoas que viagem com doente com COVID-19, como por exemplo:
- companheiros de viagem num avião: as pessoas que estão dois lugares à esquerda ou à direita do doente, 2 lugares nas duas filas consecutivas à frente do doente e dois lugares nas duas filas consecutivas atrás do doente e tripulantes de bordo que serviram a secção do doente;
- companheiros de viagem num navio: pessoas que partilharam a mesma cabine e tripulantes de bordo que serviram a cabine do doente.
- Ou outros meios de transporte (autocarros, comboios…)
A Autoridade de Saúde pode considerar como contato próximo outros indivíduos não definidos nos pontos anteriores (a avaliação é feita caso a caso).
Não. De acordo com informação da Organização Mundial da Saúde (OMS), não há evidência de que os animais domésticos, tais como cães e gatos, tenham sido infetados e que, consequentemente, possam transmitir o COVID-19.
Os coronavírus transmitem-se, geralmente, de pessoa para pessoa através de gotículas respiratórias. De acordo com a European Food Safety Authority (EFSA) “as experiências dos surtos anteriores com coronavírus, nomeadamente com o coronavírus SARS-CoV e com o coronavírus MERS-CoV, mostram que a sua transmissão não ocorreu através do consumo alimentar”.
Atualmente, não há evidência que suporte a transmissão do COVID-19 pelos alimentos.
Porém, aplicando o princípio da precaução, a manutenção e o reforço das boas práticas de higiene e segurança alimentar durante a manipulação, preparação e coinfecção dos alimentos é recomendada.
Assumindo o princípio da precaução, a OMS publicou no seu site algumas recomendações relativas às boas práticas de higiene e segurança alimentar e, a nível nacional, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), publicou o comunicado – Pode o novo tipo de coronavírus ser transmissível através da Comida?
Destas orientações relativas à preparação, confeção e consumo de alimentos, destaca-se o reforço das seguintes boas práticas de higiene:
- Lavagem frequente e prolongada das mãos (com água e sabão durante 20 segundos), seguida de secagem apropriada evitando a contaminação cruzada (por exemplo fechar a torneira com uma toalha de papel ao invés da mão que a abriu enquanto suja)
- Desinfeção apropriada das bancadas de trabalho e das mesas com produtos apropriados
- Evitar a contaminação entre comida crua e cozinhada
- Cozinhar e “empratar” a comida a temperaturas apropriadas e lavar adequadamente os alimentos crus
- Evitar partilhar comida ou objetos entre pessoas durante a sua preparação, confeção e consumo
A ASAE irá continuar a acompanhar esta situação de forma contínua e sempre que se justifique emitirá novos comunicados ou documentos técnicos.
Ainda não é conhecido se o clima ou a temperatura afetam a propagação do COVID-19. Outros vírus, por exemplo os que causam gripe, têm uma maior propagação durante os meses mais frios. Contudo, isso não significa que não se fique doente devido a estes vírus durante os restantes meses.
De momento, não há evidência de que a propagação do COVID-19 irá diminuir quando o clima ficar mais quente. Ainda há muito para aprender sobre o modo de transmissão, a gravidade e outras informações relacionadas com o COVID-19, e há investigações em curso.
O risco de contrair COVID-19 a partir de alguém sem sintomas é muito baixo. No entanto, muitas pessoas infetadas apresentam apenas sintomas ligeiros, sobretudo na fase inicial da doença. Portanto, é possível contrair o vírus de alguém que tenha apenas uma tosse ligeira, por exemplo, e não se sinta doente.As crianças podem transmitir a infeção e doença por COVID-19?
Sim, as crianças infetadas com SARS-CoV-2 ou que estejam em fase de incubação também transmitem a doença. Pela acentuada proximidade entre as crianças, o contacto muito próximo durante a brincadeira e partilha de brinquedos com gotículas e secreções, podem ser um grande transmissor da COVID-19. Como as crianças mais pequenas são vulneráveis e não têm ainda a capacidade de se defenderem e de tomarem decisões sobre a sua própria proteção, os adultos devem assegurar os cuidados necessários para diminuir a probabilidade de transmissão.
Não se sabe ao certo quanto tempo o vírus que causa a COVID-19 sobrevive nas superfícies, mas parece comportar-se como outros coronavírus. Os estudos sugerem que os coronavírus (incluindo informação preliminar sobre o vírus da COVID-19) podem persistir em superfícies de algumas horas a vários dias. Isto pode variar dependendo das condições, como por exemplo o tipo de superfície, a temperatura ou humidade do ambiente.
Na nossa própria casa ou em espaços públicos, a frequência de limpeza deve ser aumentada, precisamente para que não haja acumulação de vírus nas superfícies. Deve utilizar-se detergente e desinfetante comum de uso doméstico – é suficiente usar lixívia ou álcool.Podemos partilhar copos de bebida?
Não – não deve partilhar com outras pessoas, quaisquer objetos de uso pessoal, incluindo os copos de bebidas. A transmissão do vírus faz-se através das nossas mucosas (boca, olhos e nariz).
O contágio não é pelo ar, mas sim através de secreções respiratórias ou gotículas que são expelidas por uma pessoa infetada e/ou durante a realização de procedimentos médicos invasivos produtores de aerossóis. As gotículas que a pessoa expele podem entrar diretamente pela boca, olhos ou nariz e provocar infeção.
Cumprir o distanciamento social aconselhado pela Direção-Geral da Saúde ou ficar em casa são boas medidas para prevenir a infeção nesta fase.
As superfícies metálicas ou outras não transmitem diretamente o vírus. Só transmitem o vírus se se tocar com as mãos numa superfície suja ou com secreções respiratórias ou gotículas que contenham partículas virais e se levar, posteriormente, as mãos à boca, ao nariz ou aos olhos. Se as superfícies forem lavadas regularmente evita-se esse contágio.
O Tabaco e a Covid-19
A COVID-19 transmite-se por contacto próximo com pessoas infetadas pelo vírus, ou superfícies e objetos contaminados.
Esta doença transmite-se através de gotículas libertadas pelo nariz ou boca quando tossimos ou espirramos, que podem atingir diretamente a boca, nariz e olhos de quem estiver próximo.
As gotículas podem depositar-se nos objetos ou superfícies que rodeiam a pessoa infetada. Por sua vez, outras pessoas podem infetar-se ao tocar nestes objetos ou superfícies e depois tocar nos olhos, nariz ou boca com as mãos.
Category:
Transmissao
Quando é feito o diagnóstico de COVID-19 a uma pessoa, as autoridades de saúde fazem um inquérito epidemiológico para, entre outras informações, perceberem qual a fonte da infeção. Quando não se consegue identificar essa fonte, ou seja, quem transmitiu o vírus, diz-se que estamos perante uma área de transmissão comunitária.
Category:
Transmissao
Estima-se que o período de incubação da doença (tempo decorrido desde a exposição ao vírus até ao aparecimento de sintomas) seja entre 2 e 14 dias. A transmissão por pessoas assintomáticas (sem sintomas) ainda está a ser investigada.
Category:
Transmissao
Os seguintes casos podem ser considerados como contactos próximos:
• Pessoa com exposição associada a cuidados de saúde, nomeadamente a prestação de cuidados diretos a doente com COVID-19 ou o contacto em ambiente laboratorial com amostras de COVID-19;
• Contacto em proximidade ou em ambiente fechado com um doente com COVID-19 (ex: sala de aula);
• Pessoas que viagem com doente com COVID-19, como por exemplo:
- companheiros de viagem num avião: as pessoas que estão dois lugares à esquerda ou à direita do doente, 2 lugares nas duas filas consecutivas à frente do doente e dois lugares nas duas filas consecutivas atrás do doente e tripulantes de bordo que serviram a secção do doente;
- companheiros de viagem num navio: pessoas que partilharam a mesma cabine e tripulantes de bordo que serviram a cabine do doente.
- Ou outros meios de transporte (autocarros, comboios…)
A Autoridade de Saúde pode considerar como contato próximo outros indivíduos não definidos nos pontos anteriores (a avaliação é feita caso a caso).
Category:
Transmissao
Não. De acordo com informação da Organização Mundial da Saúde (OMS), não há evidência de que os animais domésticos, tais como cães e gatos, tenham sido infetados e que, consequentemente, possam transmitir o COVID-19.
Category:
Transmissao
Os coronavírus transmitem-se, geralmente, de pessoa para pessoa através de gotículas respiratórias. De acordo com a European Food Safety Authority (EFSA) “as experiências dos surtos anteriores com coronavírus, nomeadamente com o coronavírus SARS-CoV e com o coronavírus MERS-CoV, mostram que a sua transmissão não ocorreu através do consumo alimentar”.
Atualmente, não há evidência que suporte a transmissão do COVID-19 pelos alimentos.
Porém, aplicando o princípio da precaução, a manutenção e o reforço das boas práticas de higiene e segurança alimentar durante a manipulação, preparação e coinfecção dos alimentos é recomendada.
Assumindo o princípio da precaução, a OMS publicou no seu site algumas recomendações relativas às boas práticas de higiene e segurança alimentar e, a nível nacional, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), publicou o comunicado – Pode o novo tipo de coronavírus ser transmissível através da Comida?
Destas orientações relativas à preparação, confeção e consumo de alimentos, destaca-se o reforço das seguintes boas práticas de higiene:
- Lavagem frequente e prolongada das mãos (com água e sabão durante 20 segundos), seguida de secagem apropriada evitando a contaminação cruzada (por exemplo fechar a torneira com uma toalha de papel ao invés da mão que a abriu enquanto suja)
- Desinfeção apropriada das bancadas de trabalho e das mesas com produtos apropriados
- Evitar a contaminação entre comida crua e cozinhada
- Cozinhar e “empratar” a comida a temperaturas apropriadas e lavar adequadamente os alimentos crus
- Evitar partilhar comida ou objetos entre pessoas durante a sua preparação, confeção e consumo
A ASAE irá continuar a acompanhar esta situação de forma contínua e sempre que se justifique emitirá novos comunicados ou documentos técnicos.
Category:
Transmissao
Ainda não é conhecido se o clima ou a temperatura afetam a propagação do COVID-19. Outros vírus, por exemplo os que causam gripe, têm uma maior propagação durante os meses mais frios. Contudo, isso não significa que não se fique doente devido a estes vírus durante os restantes meses.
De momento, não há evidência de que a propagação do COVID-19 irá diminuir quando o clima ficar mais quente. Ainda há muito para aprender sobre o modo de transmissão, a gravidade e outras informações relacionadas com o COVID-19, e há investigações em curso.
Category:
Transmissao
O risco de contrair COVID-19 a partir de alguém sem sintomas é muito baixo. No entanto, muitas pessoas infetadas apresentam apenas sintomas ligeiros, sobretudo na fase inicial da doença. Portanto, é possível contrair o vírus de alguém que tenha apenas uma tosse ligeira, por exemplo, e não se sinta doente.As crianças podem transmitir a infeção e doença por COVID-19?
Sim, as crianças infetadas com SARS-CoV-2 ou que estejam em fase de incubação também transmitem a doença. Pela acentuada proximidade entre as crianças, o contacto muito próximo durante a brincadeira e partilha de brinquedos com gotículas e secreções, podem ser um grande transmissor da COVID-19. Como as crianças mais pequenas são vulneráveis e não têm ainda a capacidade de se defenderem e de tomarem decisões sobre a sua própria proteção, os adultos devem assegurar os cuidados necessários para diminuir a probabilidade de transmissão.
Category:
Transmissao
Não se sabe ao certo quanto tempo o vírus que causa a COVID-19 sobrevive nas superfícies, mas parece comportar-se como outros coronavírus. Os estudos sugerem que os coronavírus (incluindo informação preliminar sobre o vírus da COVID-19) podem persistir em superfícies de algumas horas a vários dias. Isto pode variar dependendo das condições, como por exemplo o tipo de superfície, a temperatura ou humidade do ambiente.
Na nossa própria casa ou em espaços públicos, a frequência de limpeza deve ser aumentada, precisamente para que não haja acumulação de vírus nas superfícies. Deve utilizar-se detergente e desinfetante comum de uso doméstico – é suficiente usar lixívia ou álcool.Podemos partilhar copos de bebida?
Não – não deve partilhar com outras pessoas, quaisquer objetos de uso pessoal, incluindo os copos de bebidas. A transmissão do vírus faz-se através das nossas mucosas (boca, olhos e nariz).
Category:
Transmissao
O contágio não é pelo ar, mas sim através de secreções respiratórias ou gotículas que são expelidas por uma pessoa infetada e/ou durante a realização de procedimentos médicos invasivos produtores de aerossóis. As gotículas que a pessoa expele podem entrar diretamente pela boca, olhos ou nariz e provocar infeção.
Cumprir o distanciamento social aconselhado pela Direção-Geral da Saúde ou ficar em casa são boas medidas para prevenir a infeção nesta fase.
As superfícies metálicas ou outras não transmitem diretamente o vírus. Só transmitem o vírus se se tocar com as mãos numa superfície suja ou com secreções respiratórias ou gotículas que contenham partículas virais e se levar, posteriormente, as mãos à boca, ao nariz ou aos olhos. Se as superfícies forem lavadas regularmente evita-se esse contágio.
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A COVID-19 transmite-se por contacto próximo com pessoas infetadas pelo vírus, ou superfícies e objetos contaminados.
Esta doença transmite-se através de gotículas libertadas pelo nariz ou boca quando tossimos ou espirramos, que podem atingir diretamente a boca, nariz e olhos de quem estiver próximo.
As gotículas podem depositar-se nos objetos ou superfícies que rodeiam a pessoa infetada. Por sua vez, outras pessoas podem infetar-se ao tocar nestes objetos ou superfícies e depois tocar nos olhos, nariz ou boca com as mãos.
Quando é feito o diagnóstico de COVID-19 a uma pessoa, as autoridades de saúde fazem um inquérito epidemiológico para, entre outras informações, perceberem qual a fonte da infeção. Quando não se consegue identificar essa fonte, ou seja, quem transmitiu o vírus, diz-se que estamos perante uma área de transmissão comunitária.
Estima-se que o período de incubação da doença (tempo decorrido desde a exposição ao vírus até ao aparecimento de sintomas) seja entre 2 e 14 dias. A transmissão por pessoas assintomáticas (sem sintomas) ainda está a ser investigada.
Os seguintes casos podem ser considerados como contactos próximos:
• Pessoa com exposição associada a cuidados de saúde, nomeadamente a prestação de cuidados diretos a doente com COVID-19 ou o contacto em ambiente laboratorial com amostras de COVID-19;
• Contacto em proximidade ou em ambiente fechado com um doente com COVID-19 (ex: sala de aula);
• Pessoas que viagem com doente com COVID-19, como por exemplo:
- companheiros de viagem num avião: as pessoas que estão dois lugares à esquerda ou à direita do doente, 2 lugares nas duas filas consecutivas à frente do doente e dois lugares nas duas filas consecutivas atrás do doente e tripulantes de bordo que serviram a secção do doente;
- companheiros de viagem num navio: pessoas que partilharam a mesma cabine e tripulantes de bordo que serviram a cabine do doente.
- Ou outros meios de transporte (autocarros, comboios…)
A Autoridade de Saúde pode considerar como contato próximo outros indivíduos não definidos nos pontos anteriores (a avaliação é feita caso a caso).
Não. De acordo com informação da Organização Mundial da Saúde (OMS), não há evidência de que os animais domésticos, tais como cães e gatos, tenham sido infetados e que, consequentemente, possam transmitir o COVID-19.
Os coronavírus transmitem-se, geralmente, de pessoa para pessoa através de gotículas respiratórias. De acordo com a European Food Safety Authority (EFSA) “as experiências dos surtos anteriores com coronavírus, nomeadamente com o coronavírus SARS-CoV e com o coronavírus MERS-CoV, mostram que a sua transmissão não ocorreu através do consumo alimentar”.
Atualmente, não há evidência que suporte a transmissão do COVID-19 pelos alimentos.
Porém, aplicando o princípio da precaução, a manutenção e o reforço das boas práticas de higiene e segurança alimentar durante a manipulação, preparação e coinfecção dos alimentos é recomendada.
Assumindo o princípio da precaução, a OMS publicou no seu site algumas recomendações relativas às boas práticas de higiene e segurança alimentar e, a nível nacional, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), publicou o comunicado – Pode o novo tipo de coronavírus ser transmissível através da Comida?
Destas orientações relativas à preparação, confeção e consumo de alimentos, destaca-se o reforço das seguintes boas práticas de higiene:
- Lavagem frequente e prolongada das mãos (com água e sabão durante 20 segundos), seguida de secagem apropriada evitando a contaminação cruzada (por exemplo fechar a torneira com uma toalha de papel ao invés da mão que a abriu enquanto suja)
- Desinfeção apropriada das bancadas de trabalho e das mesas com produtos apropriados
- Evitar a contaminação entre comida crua e cozinhada
- Cozinhar e “empratar” a comida a temperaturas apropriadas e lavar adequadamente os alimentos crus
- Evitar partilhar comida ou objetos entre pessoas durante a sua preparação, confeção e consumo
A ASAE irá continuar a acompanhar esta situação de forma contínua e sempre que se justifique emitirá novos comunicados ou documentos técnicos.
Ainda não é conhecido se o clima ou a temperatura afetam a propagação do COVID-19. Outros vírus, por exemplo os que causam gripe, têm uma maior propagação durante os meses mais frios. Contudo, isso não significa que não se fique doente devido a estes vírus durante os restantes meses.
De momento, não há evidência de que a propagação do COVID-19 irá diminuir quando o clima ficar mais quente. Ainda há muito para aprender sobre o modo de transmissão, a gravidade e outras informações relacionadas com o COVID-19, e há investigações em curso.
O risco de contrair COVID-19 a partir de alguém sem sintomas é muito baixo. No entanto, muitas pessoas infetadas apresentam apenas sintomas ligeiros, sobretudo na fase inicial da doença. Portanto, é possível contrair o vírus de alguém que tenha apenas uma tosse ligeira, por exemplo, e não se sinta doente.As crianças podem transmitir a infeção e doença por COVID-19?
Sim, as crianças infetadas com SARS-CoV-2 ou que estejam em fase de incubação também transmitem a doença. Pela acentuada proximidade entre as crianças, o contacto muito próximo durante a brincadeira e partilha de brinquedos com gotículas e secreções, podem ser um grande transmissor da COVID-19. Como as crianças mais pequenas são vulneráveis e não têm ainda a capacidade de se defenderem e de tomarem decisões sobre a sua própria proteção, os adultos devem assegurar os cuidados necessários para diminuir a probabilidade de transmissão.
Não se sabe ao certo quanto tempo o vírus que causa a COVID-19 sobrevive nas superfícies, mas parece comportar-se como outros coronavírus. Os estudos sugerem que os coronavírus (incluindo informação preliminar sobre o vírus da COVID-19) podem persistir em superfícies de algumas horas a vários dias. Isto pode variar dependendo das condições, como por exemplo o tipo de superfície, a temperatura ou humidade do ambiente.
Na nossa própria casa ou em espaços públicos, a frequência de limpeza deve ser aumentada, precisamente para que não haja acumulação de vírus nas superfícies. Deve utilizar-se detergente e desinfetante comum de uso doméstico – é suficiente usar lixívia ou álcool.Podemos partilhar copos de bebida?
Não – não deve partilhar com outras pessoas, quaisquer objetos de uso pessoal, incluindo os copos de bebidas. A transmissão do vírus faz-se através das nossas mucosas (boca, olhos e nariz).
O contágio não é pelo ar, mas sim através de secreções respiratórias ou gotículas que são expelidas por uma pessoa infetada e/ou durante a realização de procedimentos médicos invasivos produtores de aerossóis. As gotículas que a pessoa expele podem entrar diretamente pela boca, olhos ou nariz e provocar infeção.
Cumprir o distanciamento social aconselhado pela Direção-Geral da Saúde ou ficar em casa são boas medidas para prevenir a infeção nesta fase.
As superfícies metálicas ou outras não transmitem diretamente o vírus. Só transmitem o vírus se se tocar com as mãos numa superfície suja ou com secreções respiratórias ou gotículas que contenham partículas virais e se levar, posteriormente, as mãos à boca, ao nariz ou aos olhos. Se as superfícies forem lavadas regularmente evita-se esse contágio.
Estigma
A COVID-19 transmite-se por contacto próximo com pessoas infetadas pelo vírus, ou superfícies e objetos contaminados.
Esta doença transmite-se através de gotículas libertadas pelo nariz ou boca quando tossimos ou espirramos, que podem atingir diretamente a boca, nariz e olhos de quem estiver próximo.
As gotículas podem depositar-se nos objetos ou superfícies que rodeiam a pessoa infetada. Por sua vez, outras pessoas podem infetar-se ao tocar nestes objetos ou superfícies e depois tocar nos olhos, nariz ou boca com as mãos.
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Quando é feito o diagnóstico de COVID-19 a uma pessoa, as autoridades de saúde fazem um inquérito epidemiológico para, entre outras informações, perceberem qual a fonte da infeção. Quando não se consegue identificar essa fonte, ou seja, quem transmitiu o vírus, diz-se que estamos perante uma área de transmissão comunitária.
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Estima-se que o período de incubação da doença (tempo decorrido desde a exposição ao vírus até ao aparecimento de sintomas) seja entre 2 e 14 dias. A transmissão por pessoas assintomáticas (sem sintomas) ainda está a ser investigada.
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Transmissao
Os seguintes casos podem ser considerados como contactos próximos:
• Pessoa com exposição associada a cuidados de saúde, nomeadamente a prestação de cuidados diretos a doente com COVID-19 ou o contacto em ambiente laboratorial com amostras de COVID-19;
• Contacto em proximidade ou em ambiente fechado com um doente com COVID-19 (ex: sala de aula);
• Pessoas que viagem com doente com COVID-19, como por exemplo:
- companheiros de viagem num avião: as pessoas que estão dois lugares à esquerda ou à direita do doente, 2 lugares nas duas filas consecutivas à frente do doente e dois lugares nas duas filas consecutivas atrás do doente e tripulantes de bordo que serviram a secção do doente;
- companheiros de viagem num navio: pessoas que partilharam a mesma cabine e tripulantes de bordo que serviram a cabine do doente.
- Ou outros meios de transporte (autocarros, comboios…)
A Autoridade de Saúde pode considerar como contato próximo outros indivíduos não definidos nos pontos anteriores (a avaliação é feita caso a caso).
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Transmissao
Não. De acordo com informação da Organização Mundial da Saúde (OMS), não há evidência de que os animais domésticos, tais como cães e gatos, tenham sido infetados e que, consequentemente, possam transmitir o COVID-19.
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Os coronavírus transmitem-se, geralmente, de pessoa para pessoa através de gotículas respiratórias. De acordo com a European Food Safety Authority (EFSA) “as experiências dos surtos anteriores com coronavírus, nomeadamente com o coronavírus SARS-CoV e com o coronavírus MERS-CoV, mostram que a sua transmissão não ocorreu através do consumo alimentar”.
Atualmente, não há evidência que suporte a transmissão do COVID-19 pelos alimentos.
Porém, aplicando o princípio da precaução, a manutenção e o reforço das boas práticas de higiene e segurança alimentar durante a manipulação, preparação e coinfecção dos alimentos é recomendada.
Assumindo o princípio da precaução, a OMS publicou no seu site algumas recomendações relativas às boas práticas de higiene e segurança alimentar e, a nível nacional, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), publicou o comunicado – Pode o novo tipo de coronavírus ser transmissível através da Comida?
Destas orientações relativas à preparação, confeção e consumo de alimentos, destaca-se o reforço das seguintes boas práticas de higiene:
- Lavagem frequente e prolongada das mãos (com água e sabão durante 20 segundos), seguida de secagem apropriada evitando a contaminação cruzada (por exemplo fechar a torneira com uma toalha de papel ao invés da mão que a abriu enquanto suja)
- Desinfeção apropriada das bancadas de trabalho e das mesas com produtos apropriados
- Evitar a contaminação entre comida crua e cozinhada
- Cozinhar e “empratar” a comida a temperaturas apropriadas e lavar adequadamente os alimentos crus
- Evitar partilhar comida ou objetos entre pessoas durante a sua preparação, confeção e consumo
A ASAE irá continuar a acompanhar esta situação de forma contínua e sempre que se justifique emitirá novos comunicados ou documentos técnicos.
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Ainda não é conhecido se o clima ou a temperatura afetam a propagação do COVID-19. Outros vírus, por exemplo os que causam gripe, têm uma maior propagação durante os meses mais frios. Contudo, isso não significa que não se fique doente devido a estes vírus durante os restantes meses.
De momento, não há evidência de que a propagação do COVID-19 irá diminuir quando o clima ficar mais quente. Ainda há muito para aprender sobre o modo de transmissão, a gravidade e outras informações relacionadas com o COVID-19, e há investigações em curso.
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O risco de contrair COVID-19 a partir de alguém sem sintomas é muito baixo. No entanto, muitas pessoas infetadas apresentam apenas sintomas ligeiros, sobretudo na fase inicial da doença. Portanto, é possível contrair o vírus de alguém que tenha apenas uma tosse ligeira, por exemplo, e não se sinta doente.As crianças podem transmitir a infeção e doença por COVID-19?
Sim, as crianças infetadas com SARS-CoV-2 ou que estejam em fase de incubação também transmitem a doença. Pela acentuada proximidade entre as crianças, o contacto muito próximo durante a brincadeira e partilha de brinquedos com gotículas e secreções, podem ser um grande transmissor da COVID-19. Como as crianças mais pequenas são vulneráveis e não têm ainda a capacidade de se defenderem e de tomarem decisões sobre a sua própria proteção, os adultos devem assegurar os cuidados necessários para diminuir a probabilidade de transmissão.
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Não se sabe ao certo quanto tempo o vírus que causa a COVID-19 sobrevive nas superfícies, mas parece comportar-se como outros coronavírus. Os estudos sugerem que os coronavírus (incluindo informação preliminar sobre o vírus da COVID-19) podem persistir em superfícies de algumas horas a vários dias. Isto pode variar dependendo das condições, como por exemplo o tipo de superfície, a temperatura ou humidade do ambiente.
Na nossa própria casa ou em espaços públicos, a frequência de limpeza deve ser aumentada, precisamente para que não haja acumulação de vírus nas superfícies. Deve utilizar-se detergente e desinfetante comum de uso doméstico – é suficiente usar lixívia ou álcool.Podemos partilhar copos de bebida?
Não – não deve partilhar com outras pessoas, quaisquer objetos de uso pessoal, incluindo os copos de bebidas. A transmissão do vírus faz-se através das nossas mucosas (boca, olhos e nariz).
Category:
Transmissao
O contágio não é pelo ar, mas sim através de secreções respiratórias ou gotículas que são expelidas por uma pessoa infetada e/ou durante a realização de procedimentos médicos invasivos produtores de aerossóis. As gotículas que a pessoa expele podem entrar diretamente pela boca, olhos ou nariz e provocar infeção.
Cumprir o distanciamento social aconselhado pela Direção-Geral da Saúde ou ficar em casa são boas medidas para prevenir a infeção nesta fase.
As superfícies metálicas ou outras não transmitem diretamente o vírus. Só transmitem o vírus se se tocar com as mãos numa superfície suja ou com secreções respiratórias ou gotículas que contenham partículas virais e se levar, posteriormente, as mãos à boca, ao nariz ou aos olhos. Se as superfícies forem lavadas regularmente evita-se esse contágio.
Category:
Transmissao
A COVID-19 transmite-se por contacto próximo com pessoas infetadas pelo vírus, ou superfícies e objetos contaminados.
Esta doença transmite-se através de gotículas libertadas pelo nariz ou boca quando tossimos ou espirramos, que podem atingir diretamente a boca, nariz e olhos de quem estiver próximo.
As gotículas podem depositar-se nos objetos ou superfícies que rodeiam a pessoa infetada. Por sua vez, outras pessoas podem infetar-se ao tocar nestes objetos ou superfícies e depois tocar nos olhos, nariz ou boca com as mãos.
Quando é feito o diagnóstico de COVID-19 a uma pessoa, as autoridades de saúde fazem um inquérito epidemiológico para, entre outras informações, perceberem qual a fonte da infeção. Quando não se consegue identificar essa fonte, ou seja, quem transmitiu o vírus, diz-se que estamos perante uma área de transmissão comunitária.
Estima-se que o período de incubação da doença (tempo decorrido desde a exposição ao vírus até ao aparecimento de sintomas) seja entre 2 e 14 dias. A transmissão por pessoas assintomáticas (sem sintomas) ainda está a ser investigada.
Os seguintes casos podem ser considerados como contactos próximos:
• Pessoa com exposição associada a cuidados de saúde, nomeadamente a prestação de cuidados diretos a doente com COVID-19 ou o contacto em ambiente laboratorial com amostras de COVID-19;
• Contacto em proximidade ou em ambiente fechado com um doente com COVID-19 (ex: sala de aula);
• Pessoas que viagem com doente com COVID-19, como por exemplo:
- companheiros de viagem num avião: as pessoas que estão dois lugares à esquerda ou à direita do doente, 2 lugares nas duas filas consecutivas à frente do doente e dois lugares nas duas filas consecutivas atrás do doente e tripulantes de bordo que serviram a secção do doente;
- companheiros de viagem num navio: pessoas que partilharam a mesma cabine e tripulantes de bordo que serviram a cabine do doente.
- Ou outros meios de transporte (autocarros, comboios…)
A Autoridade de Saúde pode considerar como contato próximo outros indivíduos não definidos nos pontos anteriores (a avaliação é feita caso a caso).
Não. De acordo com informação da Organização Mundial da Saúde (OMS), não há evidência de que os animais domésticos, tais como cães e gatos, tenham sido infetados e que, consequentemente, possam transmitir o COVID-19.
Os coronavírus transmitem-se, geralmente, de pessoa para pessoa através de gotículas respiratórias. De acordo com a European Food Safety Authority (EFSA) “as experiências dos surtos anteriores com coronavírus, nomeadamente com o coronavírus SARS-CoV e com o coronavírus MERS-CoV, mostram que a sua transmissão não ocorreu através do consumo alimentar”.
Atualmente, não há evidência que suporte a transmissão do COVID-19 pelos alimentos.
Porém, aplicando o princípio da precaução, a manutenção e o reforço das boas práticas de higiene e segurança alimentar durante a manipulação, preparação e coinfecção dos alimentos é recomendada.
Assumindo o princípio da precaução, a OMS publicou no seu site algumas recomendações relativas às boas práticas de higiene e segurança alimentar e, a nível nacional, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), publicou o comunicado – Pode o novo tipo de coronavírus ser transmissível através da Comida?
Destas orientações relativas à preparação, confeção e consumo de alimentos, destaca-se o reforço das seguintes boas práticas de higiene:
- Lavagem frequente e prolongada das mãos (com água e sabão durante 20 segundos), seguida de secagem apropriada evitando a contaminação cruzada (por exemplo fechar a torneira com uma toalha de papel ao invés da mão que a abriu enquanto suja)
- Desinfeção apropriada das bancadas de trabalho e das mesas com produtos apropriados
- Evitar a contaminação entre comida crua e cozinhada
- Cozinhar e “empratar” a comida a temperaturas apropriadas e lavar adequadamente os alimentos crus
- Evitar partilhar comida ou objetos entre pessoas durante a sua preparação, confeção e consumo
A ASAE irá continuar a acompanhar esta situação de forma contínua e sempre que se justifique emitirá novos comunicados ou documentos técnicos.
Ainda não é conhecido se o clima ou a temperatura afetam a propagação do COVID-19. Outros vírus, por exemplo os que causam gripe, têm uma maior propagação durante os meses mais frios. Contudo, isso não significa que não se fique doente devido a estes vírus durante os restantes meses.
De momento, não há evidência de que a propagação do COVID-19 irá diminuir quando o clima ficar mais quente. Ainda há muito para aprender sobre o modo de transmissão, a gravidade e outras informações relacionadas com o COVID-19, e há investigações em curso.
O risco de contrair COVID-19 a partir de alguém sem sintomas é muito baixo. No entanto, muitas pessoas infetadas apresentam apenas sintomas ligeiros, sobretudo na fase inicial da doença. Portanto, é possível contrair o vírus de alguém que tenha apenas uma tosse ligeira, por exemplo, e não se sinta doente.As crianças podem transmitir a infeção e doença por COVID-19?
Sim, as crianças infetadas com SARS-CoV-2 ou que estejam em fase de incubação também transmitem a doença. Pela acentuada proximidade entre as crianças, o contacto muito próximo durante a brincadeira e partilha de brinquedos com gotículas e secreções, podem ser um grande transmissor da COVID-19. Como as crianças mais pequenas são vulneráveis e não têm ainda a capacidade de se defenderem e de tomarem decisões sobre a sua própria proteção, os adultos devem assegurar os cuidados necessários para diminuir a probabilidade de transmissão.
Não se sabe ao certo quanto tempo o vírus que causa a COVID-19 sobrevive nas superfícies, mas parece comportar-se como outros coronavírus. Os estudos sugerem que os coronavírus (incluindo informação preliminar sobre o vírus da COVID-19) podem persistir em superfícies de algumas horas a vários dias. Isto pode variar dependendo das condições, como por exemplo o tipo de superfície, a temperatura ou humidade do ambiente.
Na nossa própria casa ou em espaços públicos, a frequência de limpeza deve ser aumentada, precisamente para que não haja acumulação de vírus nas superfícies. Deve utilizar-se detergente e desinfetante comum de uso doméstico – é suficiente usar lixívia ou álcool.Podemos partilhar copos de bebida?
Não – não deve partilhar com outras pessoas, quaisquer objetos de uso pessoal, incluindo os copos de bebidas. A transmissão do vírus faz-se através das nossas mucosas (boca, olhos e nariz).
O contágio não é pelo ar, mas sim através de secreções respiratórias ou gotículas que são expelidas por uma pessoa infetada e/ou durante a realização de procedimentos médicos invasivos produtores de aerossóis. As gotículas que a pessoa expele podem entrar diretamente pela boca, olhos ou nariz e provocar infeção.
Cumprir o distanciamento social aconselhado pela Direção-Geral da Saúde ou ficar em casa são boas medidas para prevenir a infeção nesta fase.
As superfícies metálicas ou outras não transmitem diretamente o vírus. Só transmitem o vírus se se tocar com as mãos numa superfície suja ou com secreções respiratórias ou gotículas que contenham partículas virais e se levar, posteriormente, as mãos à boca, ao nariz ou aos olhos. Se as superfícies forem lavadas regularmente evita-se esse contágio.
Gravidez
A COVID-19 transmite-se por contacto próximo com pessoas infetadas pelo vírus, ou superfícies e objetos contaminados.
Esta doença transmite-se através de gotículas libertadas pelo nariz ou boca quando tossimos ou espirramos, que podem atingir diretamente a boca, nariz e olhos de quem estiver próximo.
As gotículas podem depositar-se nos objetos ou superfícies que rodeiam a pessoa infetada. Por sua vez, outras pessoas podem infetar-se ao tocar nestes objetos ou superfícies e depois tocar nos olhos, nariz ou boca com as mãos.
Category:
Transmissao
Quando é feito o diagnóstico de COVID-19 a uma pessoa, as autoridades de saúde fazem um inquérito epidemiológico para, entre outras informações, perceberem qual a fonte da infeção. Quando não se consegue identificar essa fonte, ou seja, quem transmitiu o vírus, diz-se que estamos perante uma área de transmissão comunitária.
Category:
Transmissao
Estima-se que o período de incubação da doença (tempo decorrido desde a exposição ao vírus até ao aparecimento de sintomas) seja entre 2 e 14 dias. A transmissão por pessoas assintomáticas (sem sintomas) ainda está a ser investigada.
Category:
Transmissao
Os seguintes casos podem ser considerados como contactos próximos:
• Pessoa com exposição associada a cuidados de saúde, nomeadamente a prestação de cuidados diretos a doente com COVID-19 ou o contacto em ambiente laboratorial com amostras de COVID-19;
• Contacto em proximidade ou em ambiente fechado com um doente com COVID-19 (ex: sala de aula);
• Pessoas que viagem com doente com COVID-19, como por exemplo:
- companheiros de viagem num avião: as pessoas que estão dois lugares à esquerda ou à direita do doente, 2 lugares nas duas filas consecutivas à frente do doente e dois lugares nas duas filas consecutivas atrás do doente e tripulantes de bordo que serviram a secção do doente;
- companheiros de viagem num navio: pessoas que partilharam a mesma cabine e tripulantes de bordo que serviram a cabine do doente.
- Ou outros meios de transporte (autocarros, comboios…)
A Autoridade de Saúde pode considerar como contato próximo outros indivíduos não definidos nos pontos anteriores (a avaliação é feita caso a caso).
Category:
Transmissao
Não. De acordo com informação da Organização Mundial da Saúde (OMS), não há evidência de que os animais domésticos, tais como cães e gatos, tenham sido infetados e que, consequentemente, possam transmitir o COVID-19.
Category:
Transmissao
Os coronavírus transmitem-se, geralmente, de pessoa para pessoa através de gotículas respiratórias. De acordo com a European Food Safety Authority (EFSA) “as experiências dos surtos anteriores com coronavírus, nomeadamente com o coronavírus SARS-CoV e com o coronavírus MERS-CoV, mostram que a sua transmissão não ocorreu através do consumo alimentar”.
Atualmente, não há evidência que suporte a transmissão do COVID-19 pelos alimentos.
Porém, aplicando o princípio da precaução, a manutenção e o reforço das boas práticas de higiene e segurança alimentar durante a manipulação, preparação e coinfecção dos alimentos é recomendada.
Assumindo o princípio da precaução, a OMS publicou no seu site algumas recomendações relativas às boas práticas de higiene e segurança alimentar e, a nível nacional, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), publicou o comunicado – Pode o novo tipo de coronavírus ser transmissível através da Comida?
Destas orientações relativas à preparação, confeção e consumo de alimentos, destaca-se o reforço das seguintes boas práticas de higiene:
- Lavagem frequente e prolongada das mãos (com água e sabão durante 20 segundos), seguida de secagem apropriada evitando a contaminação cruzada (por exemplo fechar a torneira com uma toalha de papel ao invés da mão que a abriu enquanto suja)
- Desinfeção apropriada das bancadas de trabalho e das mesas com produtos apropriados
- Evitar a contaminação entre comida crua e cozinhada
- Cozinhar e “empratar” a comida a temperaturas apropriadas e lavar adequadamente os alimentos crus
- Evitar partilhar comida ou objetos entre pessoas durante a sua preparação, confeção e consumo
A ASAE irá continuar a acompanhar esta situação de forma contínua e sempre que se justifique emitirá novos comunicados ou documentos técnicos.
Category:
Transmissao
Ainda não é conhecido se o clima ou a temperatura afetam a propagação do COVID-19. Outros vírus, por exemplo os que causam gripe, têm uma maior propagação durante os meses mais frios. Contudo, isso não significa que não se fique doente devido a estes vírus durante os restantes meses.
De momento, não há evidência de que a propagação do COVID-19 irá diminuir quando o clima ficar mais quente. Ainda há muito para aprender sobre o modo de transmissão, a gravidade e outras informações relacionadas com o COVID-19, e há investigações em curso.
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O risco de contrair COVID-19 a partir de alguém sem sintomas é muito baixo. No entanto, muitas pessoas infetadas apresentam apenas sintomas ligeiros, sobretudo na fase inicial da doença. Portanto, é possível contrair o vírus de alguém que tenha apenas uma tosse ligeira, por exemplo, e não se sinta doente.As crianças podem transmitir a infeção e doença por COVID-19?
Sim, as crianças infetadas com SARS-CoV-2 ou que estejam em fase de incubação também transmitem a doença. Pela acentuada proximidade entre as crianças, o contacto muito próximo durante a brincadeira e partilha de brinquedos com gotículas e secreções, podem ser um grande transmissor da COVID-19. Como as crianças mais pequenas são vulneráveis e não têm ainda a capacidade de se defenderem e de tomarem decisões sobre a sua própria proteção, os adultos devem assegurar os cuidados necessários para diminuir a probabilidade de transmissão.
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Não se sabe ao certo quanto tempo o vírus que causa a COVID-19 sobrevive nas superfícies, mas parece comportar-se como outros coronavírus. Os estudos sugerem que os coronavírus (incluindo informação preliminar sobre o vírus da COVID-19) podem persistir em superfícies de algumas horas a vários dias. Isto pode variar dependendo das condições, como por exemplo o tipo de superfície, a temperatura ou humidade do ambiente.
Na nossa própria casa ou em espaços públicos, a frequência de limpeza deve ser aumentada, precisamente para que não haja acumulação de vírus nas superfícies. Deve utilizar-se detergente e desinfetante comum de uso doméstico – é suficiente usar lixívia ou álcool.Podemos partilhar copos de bebida?
Não – não deve partilhar com outras pessoas, quaisquer objetos de uso pessoal, incluindo os copos de bebidas. A transmissão do vírus faz-se através das nossas mucosas (boca, olhos e nariz).
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O contágio não é pelo ar, mas sim através de secreções respiratórias ou gotículas que são expelidas por uma pessoa infetada e/ou durante a realização de procedimentos médicos invasivos produtores de aerossóis. As gotículas que a pessoa expele podem entrar diretamente pela boca, olhos ou nariz e provocar infeção.
Cumprir o distanciamento social aconselhado pela Direção-Geral da Saúde ou ficar em casa são boas medidas para prevenir a infeção nesta fase.
As superfícies metálicas ou outras não transmitem diretamente o vírus. Só transmitem o vírus se se tocar com as mãos numa superfície suja ou com secreções respiratórias ou gotículas que contenham partículas virais e se levar, posteriormente, as mãos à boca, ao nariz ou aos olhos. Se as superfícies forem lavadas regularmente evita-se esse contágio.
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A COVID-19 transmite-se por contacto próximo com pessoas infetadas pelo vírus, ou superfícies e objetos contaminados.
Esta doença transmite-se através de gotículas libertadas pelo nariz ou boca quando tossimos ou espirramos, que podem atingir diretamente a boca, nariz e olhos de quem estiver próximo.
As gotículas podem depositar-se nos objetos ou superfícies que rodeiam a pessoa infetada. Por sua vez, outras pessoas podem infetar-se ao tocar nestes objetos ou superfícies e depois tocar nos olhos, nariz ou boca com as mãos.
Quando é feito o diagnóstico de COVID-19 a uma pessoa, as autoridades de saúde fazem um inquérito epidemiológico para, entre outras informações, perceberem qual a fonte da infeção. Quando não se consegue identificar essa fonte, ou seja, quem transmitiu o vírus, diz-se que estamos perante uma área de transmissão comunitária.
Estima-se que o período de incubação da doença (tempo decorrido desde a exposição ao vírus até ao aparecimento de sintomas) seja entre 2 e 14 dias. A transmissão por pessoas assintomáticas (sem sintomas) ainda está a ser investigada.
Os seguintes casos podem ser considerados como contactos próximos:
• Pessoa com exposição associada a cuidados de saúde, nomeadamente a prestação de cuidados diretos a doente com COVID-19 ou o contacto em ambiente laboratorial com amostras de COVID-19;
• Contacto em proximidade ou em ambiente fechado com um doente com COVID-19 (ex: sala de aula);
• Pessoas que viagem com doente com COVID-19, como por exemplo:
- companheiros de viagem num avião: as pessoas que estão dois lugares à esquerda ou à direita do doente, 2 lugares nas duas filas consecutivas à frente do doente e dois lugares nas duas filas consecutivas atrás do doente e tripulantes de bordo que serviram a secção do doente;
- companheiros de viagem num navio: pessoas que partilharam a mesma cabine e tripulantes de bordo que serviram a cabine do doente.
- Ou outros meios de transporte (autocarros, comboios…)
A Autoridade de Saúde pode considerar como contato próximo outros indivíduos não definidos nos pontos anteriores (a avaliação é feita caso a caso).
Não. De acordo com informação da Organização Mundial da Saúde (OMS), não há evidência de que os animais domésticos, tais como cães e gatos, tenham sido infetados e que, consequentemente, possam transmitir o COVID-19.
Os coronavírus transmitem-se, geralmente, de pessoa para pessoa através de gotículas respiratórias. De acordo com a European Food Safety Authority (EFSA) “as experiências dos surtos anteriores com coronavírus, nomeadamente com o coronavírus SARS-CoV e com o coronavírus MERS-CoV, mostram que a sua transmissão não ocorreu através do consumo alimentar”.
Atualmente, não há evidência que suporte a transmissão do COVID-19 pelos alimentos.
Porém, aplicando o princípio da precaução, a manutenção e o reforço das boas práticas de higiene e segurança alimentar durante a manipulação, preparação e coinfecção dos alimentos é recomendada.
Assumindo o princípio da precaução, a OMS publicou no seu site algumas recomendações relativas às boas práticas de higiene e segurança alimentar e, a nível nacional, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), publicou o comunicado – Pode o novo tipo de coronavírus ser transmissível através da Comida?
Destas orientações relativas à preparação, confeção e consumo de alimentos, destaca-se o reforço das seguintes boas práticas de higiene:
- Lavagem frequente e prolongada das mãos (com água e sabão durante 20 segundos), seguida de secagem apropriada evitando a contaminação cruzada (por exemplo fechar a torneira com uma toalha de papel ao invés da mão que a abriu enquanto suja)
- Desinfeção apropriada das bancadas de trabalho e das mesas com produtos apropriados
- Evitar a contaminação entre comida crua e cozinhada
- Cozinhar e “empratar” a comida a temperaturas apropriadas e lavar adequadamente os alimentos crus
- Evitar partilhar comida ou objetos entre pessoas durante a sua preparação, confeção e consumo
A ASAE irá continuar a acompanhar esta situação de forma contínua e sempre que se justifique emitirá novos comunicados ou documentos técnicos.
Ainda não é conhecido se o clima ou a temperatura afetam a propagação do COVID-19. Outros vírus, por exemplo os que causam gripe, têm uma maior propagação durante os meses mais frios. Contudo, isso não significa que não se fique doente devido a estes vírus durante os restantes meses.
De momento, não há evidência de que a propagação do COVID-19 irá diminuir quando o clima ficar mais quente. Ainda há muito para aprender sobre o modo de transmissão, a gravidade e outras informações relacionadas com o COVID-19, e há investigações em curso.
O risco de contrair COVID-19 a partir de alguém sem sintomas é muito baixo. No entanto, muitas pessoas infetadas apresentam apenas sintomas ligeiros, sobretudo na fase inicial da doença. Portanto, é possível contrair o vírus de alguém que tenha apenas uma tosse ligeira, por exemplo, e não se sinta doente.As crianças podem transmitir a infeção e doença por COVID-19?
Sim, as crianças infetadas com SARS-CoV-2 ou que estejam em fase de incubação também transmitem a doença. Pela acentuada proximidade entre as crianças, o contacto muito próximo durante a brincadeira e partilha de brinquedos com gotículas e secreções, podem ser um grande transmissor da COVID-19. Como as crianças mais pequenas são vulneráveis e não têm ainda a capacidade de se defenderem e de tomarem decisões sobre a sua própria proteção, os adultos devem assegurar os cuidados necessários para diminuir a probabilidade de transmissão.
Não se sabe ao certo quanto tempo o vírus que causa a COVID-19 sobrevive nas superfícies, mas parece comportar-se como outros coronavírus. Os estudos sugerem que os coronavírus (incluindo informação preliminar sobre o vírus da COVID-19) podem persistir em superfícies de algumas horas a vários dias. Isto pode variar dependendo das condições, como por exemplo o tipo de superfície, a temperatura ou humidade do ambiente.
Na nossa própria casa ou em espaços públicos, a frequência de limpeza deve ser aumentada, precisamente para que não haja acumulação de vírus nas superfícies. Deve utilizar-se detergente e desinfetante comum de uso doméstico – é suficiente usar lixívia ou álcool.Podemos partilhar copos de bebida?
Não – não deve partilhar com outras pessoas, quaisquer objetos de uso pessoal, incluindo os copos de bebidas. A transmissão do vírus faz-se através das nossas mucosas (boca, olhos e nariz).
O contágio não é pelo ar, mas sim através de secreções respiratórias ou gotículas que são expelidas por uma pessoa infetada e/ou durante a realização de procedimentos médicos invasivos produtores de aerossóis. As gotículas que a pessoa expele podem entrar diretamente pela boca, olhos ou nariz e provocar infeção.
Cumprir o distanciamento social aconselhado pela Direção-Geral da Saúde ou ficar em casa são boas medidas para prevenir a infeção nesta fase.
As superfícies metálicas ou outras não transmitem diretamente o vírus. Só transmitem o vírus se se tocar com as mãos numa superfície suja ou com secreções respiratórias ou gotículas que contenham partículas virais e se levar, posteriormente, as mãos à boca, ao nariz ou aos olhos. Se as superfícies forem lavadas regularmente evita-se esse contágio.